Jogada10
·16 March 2026
Vasco formaliza queixa na CBF contra arbitragem de jogo diante do Cruzeiro

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·16 March 2026

O clima esquentou nos bastidores do futebol brasileiro após o polêmico empate por 3 a 3 entre Cruzeiro e Vasco, no Mineirão. Diante dos episódios ocorridos na última rodada da Série A, a diretoria cruzmaltina agiu rápido e protocolou uma reclamação formal junto à CBF contra o árbitro Lucas Paulo Torezin (PR).
Em primeiro lugar, o clube carioca contesta decisões cruciais que teriam alterado o rumo da partida. Os dirigentes apontam a omissão de dois pênaltis e a ausência de um cartão vermelho que, na visão da equipe, prejudicaram o resultado final. Logo após o apito encerrar o jogo, o presidente Pedrinho e outros membros da cúpula vascaína confrontaram a equipe de arbitragem ainda no gramado.

Admar Lopes, diretor do Vasco, também reclamou de Lucas Paulo Torezin – Foto: Reprodução
“O Vasco da Gama informa que, na manhã desta segunda-feira (16/03), encaminhou à Confederação Brasileira de Futebol (CBF) um ofício formal manifestando inconformismo com erros de arbitragem ocorridos na partida contra o Cruzeiro, válida pelo Campeonato Brasileiro. O documento foi direcionado à Comissão de Arbitragem da CBF e apresenta, de forma detalhada, os lances contestados pelo clube durante a partida. O Vasco também confirma que terá, na tarde desta segunda-feira, uma reunião com a Comissão de Arbitragem da CBF para tratar do tema”.
Por outro lado, o conflito extrapolou as quatro linhas e resultou em um boletim de ocorrência contra a cúpula administrativa do Gigante da Colina. De acordo com o relato das autoridades policiais, os diretores do Vasco forçaram o contato contra os escudos da Polícia Militar, que reagiu com o uso de spray de pimenta para conter o avanço.
LEIA MAIS: Volantes ganham protagonismo com Renato no Vasco Em virtude do tumulto, os agentes conduziram representantes do clube ao Juizado Especial Criminal (Jecrim) do estádio. Entre os detidos para esclarecimentos estava Alan Belaciano, advogado e presidente da Assembleia Geral. No entanto, o presidente Pedrinho já havia abandonado as dependências do Mineirão quando os policiais registraram a ocorrência por princípio de tumulto.









































