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·9 June 2026

Vice-presidente do Corinthians solicita licença em meio ao escândalo dos materiais

Article image:Vice-presidente do Corinthians solicita licença em meio ao escândalo dos materiais

Em meio às investigações sobre o sumiço de materiais esportivos da Nike, Armando Mendonça pediu licença do cargo de vice-presidente do Corinthians na noite desta segunda-feira (8). Assim, o dirigente poderá retornar às funções a qualquer momento. A informação é do portal “ge”.

Dessa forma, o Ministério Público denunciou o dirigente pelo caso, e, na última sexta-feira (5), sócios e conselheiros do clube protocolaram um pedido de afastamento cautelar imediato. Diante desse cenário, Armando optou por solicitar uma licença de 30 dias, embora possa retornar às funções antes do término deste período.


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Em nota enviada à imprensa, o dirigente criticou a postura do presidente Osmar Stabile, afirmou que faltou clareza na condução do caso e negou a acusação de ter se apropriado de 131 materiais esportivos pertencentes ao Timão.

“Faltou firmeza da instituição, por meio de seu presidente, em esclarecer esse ponto para a torcida, sócios e conselheiros. Faltou vontade, de quem poderia fazê-lo, para encerrar de vez uma narrativa falsa, injusta e destrutiva. Uma acusação dessa merece uma posição do clube para toda a nação e não apenas em roda de sócios, amigos e alguns torcedores”, disse.

Acusações e inquérito aberto

O Ministério Público de São Paulo denunciou Armando Mendonça pelos crimes de apropriação indébita agravada continuada, furto qualificado pelo abuso de confiança e coação no curso do processo.

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Armando Mendonça pede licença de seu cargo no Corinthians – Foto: Reprodução / Youtube

De acordo com a denúncia, o dirigente se apropriou de 131 itens fornecidos pela Nike, tentou obter outras 19 camisas especiais com patch da NFL e permaneceu com oito unidades dessa edição comemorativa. Além disso, o MP também sustenta que Armando ameaçou duas testemunhas durante a investigação.

Por fim, a acusação tem base nas provas reunidas pela Polícia Civil ao longo do inquérito. Apesar disso, o delegado responsável pela investigação, Cesar Saad, concluiu que não houve prática criminosa. Mesmo assim, o Ministério Público discordou e decidiu oferecer denúncia à Justiça.

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