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·8 de marzo de 2026

As (muito fortes) declarações de Mourinho após o Benfica x FC Porto

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Em conferência de imprensa, após um jogo em que foi expulso e, por isso, não esteve na flash interview, José Mourinho falou sobre o clássico e não escondeu sentimentos, sobretudo em relação à valia do adversário.

Lance do penálti: «O último lance não vi, já não estava no banco e não tive oportunidade de ver na televisão. Não quero cometer o erro da semana passada, em que pedi penálti e depois percebi que não era.» 


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«Relativamente à minha expulsão: o árbitro diz que me expulsou porque eu rematei uma bola para o banco do FC Porto, o que é totalmente falso. Em vários golos aqui na Luz, eu chutei bola para a bancada, que é uma maneira de celebrar e de dar uma bola ao sortudo do adepto. Depois, o elemento do FC Porto chamou-me 50 vezes traidor no túnel. Traidor de quê? Fui para o C Porto, dei a minha alma ao FC Porto. No Chelsea, no Inter, no Real Madrid, dei a minha alma, dediquei-me 24 horas por dia. Uma coisa são os insultos dos adeptos, que é futebol, são os mesmos que há uns anos se ajoelhavam aos meus pés, agora insultam. Agora um colega de profissão... Porquê? Traidor de quê? Dar tudo ao Benfica? Amanhã, quando sair do Benfica e for para o Estrela da Amadora, para o União de Leiria ou o Moreirense, vou dar o mesmo. O quarto árbitro fez um trabalho péssimo quando diz ao árbitro que rematei uma bola para o banco do FC Porto[Mais tarde] Foi o Lucho. Ele quando foi para o Marseille foi traidor? É um profissional como eu, não entendi»

Análise ao jogo: «Durante boa parte do jogo, eles estiveram mais próximos de ganhar do que nós. Pode-se gostar mais ou menos, mas eles construíram uma equipa para aquele plano, com aquela ideia, contrataram jogadores para isso, para essa maneira de jogar. Uma equipa com uma fisicalidade tremenda, é muito difícil jogar contra eles, têm quatro alas, qual deles o mais rápido... E, honestamente, são muito superiores a nós na intensidade de jogo. O melhor que fizemos contra eles, dos três, foi na Taça, porque tivemos Aursnes e Barreiro no meio-campo e isso fez com que tivéssemos mais bola e perdessemos muito pouca bola. Se não tiveres bola contra o FC Porto, eles vão de mota e tu vais de bicicleta. O perigo esteve sempre ali. Fizeram o jogo que queriam fazer, levam um resultado que é bom para eles, mas eu até acho que vieram para ganhar, não me parece que tenham vindo para empatar. Apanharam-se em vantagem e são peritos na gestão do jogo, dos tempos, nas faltas, nos cartões e nos protestos, e levam o João Pinheiro atrás. Fizemos uma péssima primeira parte. Senti-me muito limitado, uma coisa é jogar com Aursnes e Barreiro, outra é com Enzo e Rios. Não quero dizer que uns são melhores do que os outros, mas o perfil é totalmente diferente. Para o FC Porto, foi muito melhor o Benfica que nós fomos. Estava limitado também nas substituições, até porque o Barreiro disse-me que só dava para 10/15 minutos. O Manu é muito parecido com o Enzo, o Sudakov numa situação parecida com a do Barreiro e o Lukebakio ainda a voltar aos poucos, por isso eu não tinha muito por onde me virar. Quis gerir emocionalmente a equipa ao intervalo, porque o risco estava sempre ali, eles tiram dois McLaren e metem dois Ferraris. Foi coração, foi orgulho, foi jogar por nós, pela classificação pelos adeptos. Diria que, de acordo com o que eles queriam fazer e com o que nós queríamos fazer, eles foram mais fortes que nós»

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