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·4 de abril de 2026

Atuações do Botafogo (Paranaense e Mirassol): time minimiza estrago de Curitiba

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A Coluna do Léo Pereira, antes de tudo, estava em tournée pelos Estados Unidos, onde acompanhou Brasil x França, em Boston. Na sequência, a equipe de reportagem/análise se deslocou para Nova York com o propósito de passar, enfim, o recesso de Ano Novo. De volta ao Brasil, para não perder tempo, deixaremos o registro das notas dos jogadores do Botafogo nos últimos dois compromissos (Paranaense e Mirassol), com breves comentários. No fim do ano, como de praxe, calcularemos a média dos futebolistas alvinegros, descartando os conflitos pelo Campeonato Carioca, torneio sem importância e vale apenas como pré-temporada. Fique, portanto, ligado em nossas publicações.

Paranaense 4 x 1 Botafogo

RAUL – Após uma boa exibição, voltou a “frangar”. Falhou, assim, duas vezes. Duas defesas, no entanto, o livram da avaliação mínima. Não é goleiro para o BotafogoNOTA: 2,0


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VITINHO – Pouco assertivo no apoio e frágil na defesa – NOTA: 1,5

BARBOZA – Participou de três dos quatro gols do Paranaense, errando em momentos cruciais. Completamente perdido. Ainda ficou, aliás, suspenso para o próximo cotejo – NOTA: ZERO

BASTOS – Triste vê-lo desta forma. Chegou sempre atrasado e deixou o ataque do Furacão muito a vontade. No mesmo nível do companheiro de zaga – NOTA: ZERO

TELLES – Outro que precisa acordar para a vida. Só aparece para cobrar escanteios e faltas – NOTA: 1,5

EDENILSON – Teve brios. Correu muito, marcou e teve sua recompensa ao balançar redes. Um dos poucos que escapam da vergonha. Saiu para a entrada de Barrera – NOTA: 6,5

MEDINA – Uma técnica improdutiva. Afinal, não consegue se entrosar com os demais jogadores do Mais Tradicional. Porém, tem bola para gastar – NOTA: 3,5

MONTORO – Desligado, perdeu a bola que originou um dos gols do Paranaense. Bem longe do Monstrinho de 2025 – NOTA: 3,0

SANTI – Decepção. Não buscou as associações corretas. Parecia não saber o que fazer em campo. Saiu, no segundo tempo, para a entrada de Villalba – NOTA: 1,0

MARTINS – O fato de ser titular do Glorioso mostra o tamanho da crise do time. Mas é regular. Está sempre errando. Deixou o jogo para a entrada de Júnior Santos – NOTA: ZERO

CABRAL – Constrangedor. Mal consegue se locomover em campo. Ainda perdeu um gol que qualquer 9 guardaria. Perdeu a vaga para Nathan – NOTA: ZERO

VILLALBA – Esquivel, do Paranaense, o deteve em suas escapadas. Não impôs a velocidade esperada – NOTA: 3,5 

JÚNIOR SANTOS – Triatleta. Corre, pedala e nada – NOTA: 2,0

NATHAN – Tentou algo pela esquerda, porém, obviamente, sem sucesso –  NOTA: 3,0

BARRERA – Entrou no fim. Fica, portanto, SEM NOTA 

TÉCNICO: RODRIGO BELLÃO – Faltou um jogador para proteger a defesa e reforçar uma marcação totalmente desajustada. Escalar Cabral e Martins juntos é pedir para ficar em desvantagem numérica – NOTA: 2,0

Botafogo 3 x 2 Mirassol

RAUL – Vem falhando todo jogo. Mas, ao menos, tem feito também algumas defesas – NOTA: 5,0 

VITINHO – Melhorou em relação ao prélio passado. Por pouco, não marca em uma das suas incursões ao ataque – NOTA: 6,0

BASTOS – Tem muita dificuldade com lances em velocidade. Demonstra lentidão. Por pouco não marca contra. O Palanca, todavia,m ganhou algumas jogadas pelo alto – NOTA: 5,5

JUSTINO – Com personalidade, substituiu Barboza à altura. Destacou-se pelos cortes e pela vibração em campo – NOTA: 7,0

TELLES – Impecável nas cobranças de pênalti, voltou a balançar redes pelo Mais Tradicional. Saiu, no segundo tempo, para a entrada de Roque – NOTA: 7,5

ALLAN – Bellão voltou com um “5”. No entanto, não cumpriu bem o serviço de proteger a zaga. Ficou devendo – NOTA: 5,0

MEDINA – Rendeu melhor ao ficar mais adiantado, como um “10”. Sofreu o pênalti no gol de Telles. Cedeu a vaga para Montoro no segundo tempo – NOTA: 6,5

EDENILSON – Vem dando conta do recado. Bela assistência no gol de Cabral e participação fundamental no terceiro do Botafogo. Vai, desse modo, sobrando no meio de campo. Saiu, no fim, para a entrada de Ferraresi – NOTA: 8,0

JÚNIOR SANTOS – O Cisne Negro, enfim, mostrou a que veio. Em sua melhor exibição em 2026, arrancou bonito, driblou e mostrou presença de ataque para meter o terceiro do Botafogo – NOTA: 7,5

SANTI – Achou o passe que resultou no pênalti. Mas, no geral, participou pouco das ações ofensivas do Botafogo. Saiu, no segundo tempo, para a entrada de Barrera – NOTA: 5,5

CABRAL – Após nove jogos de jejum, voltou a marcar. Finalmente! Belo gol, aliás. Saiu, no fim, para a entrada de Martins – NOTA: 7,5

MONTORO – Movimentou-se pouco. Isto explica por que está no banco de reservas – NOTA: 5,0

BARRERA – Precisa melhorar a pontaria. Perdeu, então, um gol cara a cara com Walter – NOTA: 5,0

ROQUE – Manteve a precisão dos passes na lateral esquerda. Contudo, teve pouco tempo – NOTA: 6,0

FERRARESI – Entrou no fim. Fica, portanto, SEM NOTA 

MARTINS – Entrou no fim. Fica, portanto, SEM NOTA

TÉCNICO: RODRIGO BELLÃO: Escalou melhor o time. Afinal, teve peito para barrar Montoro e voltar com um “5”. O time voltou a verticalizar as ações e ser letal nos contra-ataques por seus méritos – NOTA: 7,0 

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