Baixas, Peugeot e glória; Tudo o que disse Rui Borges antes do Arsenal - Sporting da Champions | OneFootball

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·14 de abril de 2026

Baixas, Peugeot e glória; Tudo o que disse Rui Borges antes do Arsenal - Sporting da Champions

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O Sporting - que não vai contar com Iván Fresneda - prepara-se para enfrentar o Arsenal, esta quarta-feira (20h00), na segunda mão dos quartos de final. Na véspera do encontro Rui Borges fez a habitual antevisão em conferência de imprensa já no Emirates Stadium e disse acreditar na passagem às meias finais.

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“Vou ser muito frio: a equipa tem de ser igual a si própria. Tal como tem sido até aqui, independentemente do adversário e da competição. Não preciso de falar de ‘fome’, porque esta equipa demonstra todos os jogos a ambição, a coragem e o prazer que tem em campo. Temos de desfrutar do jogo, também, com a responsabilidade de ir atrás de algo inédito para o Clube e para nós. Estamos cientes das dificuldades contra um grande Arsenal e de fazer o que ainda ninguém fez, ou seja, ganhar a esta equipa. Sabemos disso, mas acreditamos muito. A confiança é infinita”.

Semana de decisões em três frentes diferentes e a importância da Champions

“Sou frio no meu pensamento, estou calmo e a nossa ‘chama’ é a ambição. Estamos nas oito melhores equipas, onde ninguém pensava que o Sporting estaria, se calhar, e é fruto da qualidade individual e coletiva desta equipa. Serão duas grandes equipas em campo e será uma semana importante. Estamos em final de época, os jogos são cada vez mais decisivos, mas estamos inseridos em tudo e isso identifica o Sporting: estar nas competições até ao fim e a querer ganhá-las. Independentemente do que acontecer amanhã, nada apaga a grande época desta equipa”.

Foco exclusivo no Arsenal

“Estamos a disputar um lugar na meia-final, por isso é o jogo mais importante e vamos com tudo. Com uma ambição e coragem enormes, a pensar apenas e só neste jogo, querendo ganhar. É isso que queremos para continuar a marcar a História do Clube. O nosso foco, amanhã, é apenas e só o jogo com o Arsenal”.

Mensagem passada ao grupo face aos desafios desta semana

“A minha mensagem é clara e se há semana em que não preciso de falar é esta. Para amanhã estão preocupados em saber o ‘onze’ porque todos querem jogar. Já sabem da responsabilidade de representar o Sporting CP e, por isso, não preciso de me desgastar muito nesse sentido, mas sim na ideia da equipa e descansá-los para estarem frescos ao longo desta semana. Olho para os olhos deles e sinto a vontade de disputar o jogo e de acreditar na passagem. Tanto o futebol como a vida dão oportunidades a quem acredita muito e se há equipa que acredita muito é esta.”

Recentes resultados negativos do Arsenal

“Estamos a falar de uma grande equipa. É natural que uma grande equipa não ganhe sempre, mas acho que até os vai motivar ainda mais. Muito ‘ligados’ e com intensidade elevada para passar às meias-finais. Acredito que não são um ou dois jogos menos bem conseguidos que definem a época que estão a fazer e a grande equipa que é”.

Iván Fresneda é baixa confirmada por motivos físicos

“Tem sido um jogador importante, tem feito uma grande época, mas não se encontra a cem por cento fisicamente e, por isso, optámos por deixá-lo em Lisboa. O jogo de amanhã exige cem por cento de todos. O Edu dá-nos umas coisas e é um lateral competente, o Vagiannidis é lateral de raiz e ofensivo e o Blopa dá-nos velocidade, intensidade e competitividade. São três jogadores diferentes em quem acreditamos e que podem jogar”.

Possíveis ausências do lado adversário

“Não dificulta. Falamos de uma equipa que tem três grandes jogadores para algumas posições. Claro que as características mudam um outro comportamento em termos estratégicos, mas não muda a sua identidade. Nós, treinadores, e jogadores temos de ter capacidade de leitura para anular isso”.

As razões para acreditar na passagem

“Agarramo-nos uns aos outros e àquilo que me trouxe até aqui: ao meu trabalho. Se há equipa que acredita, que é ambiciosa e que é comprometida, é esta. É sinal de que temos capacidade. As coisas acontecem por algum motivo, eu sou muito positivo e esta equipa, quando é posta à prova, tem qualidade para superar o desafio. Nos últimos 20 jogos em sua casa, o Arsenal tem duas derrotas. Sabemos das dificuldades, mas temos essa esperança e num dia em que acreditamos pode acontecer”.

Importância do jogo na carreira do técnico e a diferença de valores entre plantéis

“É mais um jogo importante, para mim. Estamos na competição que toda a gente sonha disputar, [o jogo] marcará a carreira de todos nós e em primeiro lugar a História do Sporting, e é isso que queremos. Esta equipa merece marcar a História do Sporting. É o que eu sinto, porque é um grande grupo de trabalho e tem-no demonstrado. Por isso, é acreditar. Quanto aos valores, é subjetivo. O Mercedes anda a 200kms/h, mas o Peugeot também e o valor do Mercedes é o dobro. Temos de conhecer atalhos, a estrada, saber desviar-nos e, se calhar, chegar-nos à frente”.

O ponto forte adversário nas bolas paradas

“É uma grande equipa nas bolas paradas, mas já não faz golos assim há algum tempo. Criou esse rótulo pela sua competência. Tem jogadores que nas batidas, em dez, batem dez na zona em que o treinador pede e, depois, tem sempre seis ou sete ‘armários’, jogadores atleticamente muito fortes nos duelos. É uma equipa fortíssima nas bolas paradas, mas nós também o temos sido e estou muito confiante na capacidade da equipa”.

Papel do contra-ataque na partida

“O Sporting não é só forte no contra-ataque e o primeiro jogo mostrou isso, até porque a posse de bola foi equilibrada. Gostamos de ter e mandar com bola, é o que tentaremos, mas sabemos que nestes jogos pode haver mais momentos de ataque rápido, onde temos de ser mortíferos. Sabemos que pode não haver muitas oportunidades, como no primeiro jogo, onde até tivemos mais e saímos com uma derrota. Acima de tudo, temos de ser muito equilibrados em todos os momentos do jogo”.

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