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Território MLS

·2 de agosto de 2026

Brayan Vera marca um golaço, Prince Owusu busca empate e CF Montréal reage diante do New England Revolution

Imagen del artículo:Brayan Vera marca um golaço, Prince Owusu busca empate e CF Montréal reage diante do New England Revolution

Equipe canadense saiu atrás por 2 a 0, mas reagiu no segundo tempo e arrancou um empate por 2 a 2 diante do terceiro colocado da Conferência Leste; Peyton Miller brilhou pelos visitantes e Brayan Vera mudou completamente a partida com um golaço.

O CF Montréal mostrou mais uma vez sua capacidade de competir contra uma das melhores equipes da Major League Soccer. Na noite deste sábado (2), a equipe comandada por Philippe Eullaffroy saiu atrás por dois gols diante do New England Revolution, mas reagiu no segundo tempo e buscou um empate por 2 a 2 no Stade Saputo, pela 18ª rodada da MLS 2026.


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Carles Gil, em cobrança de pênalti, e Dor Turgeman colocaram o Revolution em vantagem ainda na primeira etapa. Na volta do intervalo, porém, Brayan Vera acertou um chute espetacular de longa distância para recolocar o Montréal na partida, antes de Prince Owusu marcar de cabeça e decretar a igualdade.

Apesar do empate, o New England Revolution deixou Montreal com a sensação de que poderia ter conquistado os três pontos. A equipe finalizou 21 vezes, produziu 4.13 de gols esperados (xG) contra apenas 0.77 dos canadenses e desperdiçou diversas oportunidades para ampliar a vantagem ainda no primeiro tempo.

📝 Como foi o jogo

O Montréal começou melhor e criou a primeira boa oportunidade da partida aos 13 minutos. Hennadii Synchuk encontrou Dawid Bugaj em profundidade pelo lado direito, e o lateral cruzou na medida para Prince Owusu. O centroavante não conseguiu finalizar de primeira, mas a bola voltou para seus pés e ele concluiu sem muito ângulo, mandando para fora.

A resposta do Revolution veio rapidamente. Peyton Miller, principal destaque da equipe visitante durante o primeiro tempo, passou duas vezes por Luca Petrasso antes de finalizar para boa defesa de Sebastian Breza.

Pouco depois, o Montréal voltou a assustar. Petrasso cruzou pela esquerda buscando Prince Owusu, mas Mamadou Fofana venceu o duelo aéreo e afastou o perigo. Aos 20 minutos, Synchuk voltou a aparecer pela direita, cortou para o meio e finalizou sem grandes dificuldades para Matt Turner.

O New England passou a controlar as ações e começou a explorar os erros de construção do Montréal. Aos 27 minutos, Efraín Morales errou um passe na saída de bola, Carles Gil recuperou a posse e finalizou. O próprio Morales bloqueou a primeira tentativa, mas, no rebote, voltou a interceptar a bola desta vez com o braço dentro da área. A arbitragem assinalou pênalti, e Carles Gil cobrou com categoria no canto superior esquerdo para abrir o placar.

Mesmo atrás no marcador, o Montréal tentou reagir. Synchuk voltou a criar uma boa jogada individual e encontrou Victor Loturi, que obrigou Matt Turner a fazer grande defesa. No rebote, Matthew Longstaff ainda tentou de cabeça, mas sem direção.

O Revolution, porém, seguia muito mais perigoso.

Peyton Miller voltou a desequilibrar pela esquerda, encontrou Matt Polster infiltrando na área e o lateral cruzou rasteiro para Dor Turgeman, que desperdiçou uma boa oportunidade. Pouco depois, um novo erro na saída de bola canadense voltou a custar caro. Daniel Pereira perdeu a posse para Peyton Miller, que acelerou o ataque. A bola passou por Carles Gil e voltou para o jovem ponta, que encontrou Dor Turgeman livre dentro da área. O atacante israelense finalizou sem chances para Breza e ampliou a vantagem dos visitantes.

Ainda antes do intervalo, o Revolution desperdiçou outras duas oportunidades claras. Carles Gil acertou a trave após boa jogada individual de Turgeman, que ainda tentou completar o rebote de calcanhar, sem sucesso. Já nos minutos finais da primeira etapa, Synchuk voltou a finalizar para defesa tranquila de Matt Turner, encerrando um primeiro tempo amplamente favorável aos visitantes.

A história da partida, porém, mudou completamente logo após o intervalo.

Aos 51 minutos, Brayan Vera recebeu a bola ainda muito longe da área e arriscou uma finalização de longa distância. O chute saiu perfeito, sem qualquer chance para Matt Turner, diminuindo o placar e incendiando o Stade Saputo.

O gol mudou completamente o cenário do confronto.

Mesmo após Marcos Zambrano desperdiçar uma boa oportunidade para o Revolution logo na sequência, o Montréal passou a ocupar mais o campo ofensivo e encontrou o empate poucos minutos depois. Olger Escobar acionou Luca Petrasso pela esquerda, e o lateral encontrou Prince Owusu dentro da área. Desta vez, o centroavante levou a melhor sobre Mamadou Fofana pelo alto e cabeceou firme para marcar seu décimo gol na MLS 2026.

O empate deu ainda mais confiança aos donos da casa, mas o Revolution continuou criando as melhores oportunidades. Breza errou uma saída com os pés e quase entregou o terceiro gol para Dor Turgeman. Pouco depois, Carles Gil deixou novamente o atacante cara a cara com o goleiro canadense, que fez uma excelente defesa para manter o empate.

O Revolution chegou a balançar as redes novamente com Dor Turgeman, mas o lance foi corretamente anulado por impedimento. Peyton Miller ainda criou mais uma excelente oportunidade ao encontrar Cody Baker dentro da área, mas Breza voltou a salvar o Montréal.

Nos minutos finais, Brayan Vera quase se transformou no herói da noite. Após cobrança de escanteio de Brandon Craig, o zagueiro colombiano subiu mais alto que a defesa adversária e cabeceou firme, obrigando Matt Turner a fazer a última defesa da partida.

O empate acabou premiando a capacidade de reação do Montréal, mas também deixou a sensação de que o Revolution desperdiçou uma grande oportunidade de sair de Montreal com os três pontos.

📊 Estatísticas

⭐ Destaques

🥇 Melhor em campo: Peyton Miller

Peyton Miller foi o melhor jogador da partida, principalmente pelo excelente primeiro tempo que fez.

Atuando mais adiantado pelo lado direito do ataque do New England Revolution, o jovem foi extremamente incômodo para Luca Petrasso e para todo o lado esquerdo da defesa do Montreal. Miller conseguiu superar a marcação em diferentes momentos, pressionou a saída de bola e participou diretamente da construção do segundo gol dos visitantes.

Seu rendimento caiu um pouco durante a segunda etapa, acompanhando a melhora do Montreal, mas ele ainda conseguiu criar uma boa oportunidade para Cody Baker dentro da área.

Foi uma atuação muito interessante de um jogador que merece cada vez mais atenção, inclusive pensando em uma futura oportunidade na seleção dos Estados Unidos.

🔥 Outro destaque: Brayan Vera

Não havia como escolher outro destaque pelo lado do Montreal.

Brayan Vera foi o jogador responsável por recolocar a equipe na partida. O zagueiro recebeu muito longe da área e acertou um chute espetacular, marcando um dos gols mais bonitos da rodada e mudando completamente o cenário do confronto.

Até aquele momento, o New England Revolution controlava o jogo e parecia mais próximo de marcar o terceiro do que o Montreal de diminuir. O golaço de Vera devolveu confiança à equipe e incendiou o Stade Saputo antes do empate de Prince Owusu.

O colombiano ainda voltou a aparecer no ataque nos minutos finais. Após cobrança de escanteio de Brandon Craig, subiu bem e conseguiu uma cabeçada firme, embora sem gerar uma defesa tão difícil para Matt Turner.

Foi uma partida sensacional de Brayan Vera.

👎 Destaque negativo: Dani Pereira

Dani Pereira fez uma partida muito fraca e novamente ficou abaixo do que o Montreal precisa para a posição.

O volante teve dificuldades na saída de bola, perdeu posses perigosas e participou diretamente do lance que originou o segundo gol do New England Revolution. Também não conseguiu oferecer a segurança defensiva ou a organização que Samuel Piette normalmente entrega ao setor.

A escalação não funcionou e reforçou algo que já parecia claro: Samuel Piette continua sendo o titular da posição. Não existe discussão neste momento.

Piette talvez já não consiga disputar todas as partidas durante os 90 minutos, mas Dani Pereira não mostrou ser o jogador capaz de assumir essa função desde o início.

Outros nomes que merecem ser citados

Carles Gil voltou a fazer uma grande partida pelo New England Revolution. Além de converter o pênalti, participou das principais construções ofensivas e encontrou Dor Turgeman em ótimas condições para marcar.

Luca Petrasso também merece elogios pelo lado do Montreal. Mesmo sofrendo bastante defensivamente com Peyton Miller durante o primeiro tempo, voltou a ser decisivo no ataque e deu mais uma assistência para Prince Owusu.

Entre os destaques negativos, Dor Turgeman precisa ser citado mesmo tendo marcado. O atacante encontrou diversas oportunidades para decidir a partida e desperdiçou chances que poderiam ter garantido a vitória do Revolution.

Efraín Morales também não fez uma boa atuação. O zagueiro teve bons momentos porque é um jogador de qualidade, mas cometeu erros decisivos, incluindo o pênalti que originou o primeiro gol. Ao mesmo tempo, criou duas oportunidades e recebeu a assistência oficial pelo golaço de Brayan Vera, ainda que tenha sido apenas um passe simples antes de uma finalização de muito longe.

Foi uma partida abaixo, mas que não apaga o potencial do defensor.

🧠 Análise do Território MLS

Alguns nomes vêm se repetindo entre os principais destaques do Montreal.

Prince Owusu, Luca Petrasso, Brayan Vera e Samuel Piette têm sido, com frequência, os jogadores mais importantes da equipe. Nesta partida, Piette começou no banco e atuou apenas no segundo tempo, mas os outros três voltaram a participar diretamente da reação.

Isso começa a criar uma dependência que pode se tornar perigosa.

A jogada de Luca Petrasso chegando à linha de fundo e cruzando para Prince Owusu já é uma das principais armas ofensivas do Montreal. Ela continua funcionando, porque Petrasso possui qualidade no cruzamento e Owusu é um dos melhores centroavantes da MLS nas disputas físicas e aéreas.

Mas também começa a ficar previsível.

Contra o New England Revolution, Prince Owusu foi muito bem marcado por Mamadou Fofana durante grande parte da partida. O zagueiro conseguiu impedir que o atacante recebesse com liberdade e venceu muitos dos primeiros duelos.

Owusu precisou ganhar apenas um para marcar.

No cruzamento de Petrasso, conseguiu vencer Fofana de uma maneira até forçada, cabeceou e marcou o gol do empate. Foi um lance muito importante, mas a partida também mostrou que, quando o camisa 9 não consegue atuar bem ou é neutralizado, o Montreal perde grande parte de sua produção ofensiva.

Os números de gols esperados mostram isso.

O New England Revolution terminou com 4.13 de xG, contra apenas 0.77 do Montreal. Mesmo assim, a equipe canadense marcou duas vezes.

É claro que o golaço de Brayan Vera influencia diretamente essa diferença. Uma finalização daquela distância sempre terá um valor muito baixo de xG, mesmo quando termina em um gol espetacular.

Ainda assim, o Montreal criou poucas chances realmente claras.

Contra o Inter Miami, por exemplo, a situação foi diferente. A equipe finalizou menos do que o adversário, mas produziu aproximadamente 2.04 de xG, contra 1.81 dos visitantes. Naquele jogo, criou oportunidades muito mais perigosas e poderia ter vencido.

O Montreal normalmente é uma equipe seletiva nas finalizações. Não costuma chutar apenas para aumentar o volume. Quando finaliza, geralmente entende que aquele é um bom momento para tentar o gol.

Diante do Revolution, porém, essa característica apareceu muito menos.

Uma questão que precisa ser discutida é a utilização de Daniel Ríos pelo lado esquerdo.

Colocar um jogador com mais força física naquela região pode parecer interessante. Ríos ajuda a prender os defensores, puxa a marcação e abre o corredor para Petrasso avançar até a linha de fundo.

O problema é que isso não vem rendendo o suficiente.

A presença de Ríos facilita a principal jogada do Montreal, mas também deixa o ataque ainda mais previsível. O adversário sabe que Petrasso tentará ganhar o corredor e buscar Owusu dentro da área.

Quando o centroavante é bem marcado, como aconteceu contra o Nashville e durante boa parte desta partida, a produção ofensiva despenca. Contra o Nashville, o Montreal terminou com 0.76 de xG. Agora, produziu 0.77.

São números praticamente iguais.

Por isso, Philippe Eullaffroy precisa confiar mais em seus pontas criativos.

Noah Streit não fez uma boa partida contra o Nashville, mas continua sendo um jogador capaz de receber aberto, partir para cima da marcação, cortar para o meio e participar da criação. Hennadii Synchuk também possui essas características, enquanto Wikelman Carmona oferecerá outra alternativa quando retornar de lesão.

Synchuk fez bons lances contra o New England, mas ainda precisa ser mais agressivo e melhorar muito suas finalizações.

O ucraniano chutou seis vezes, acertou três no gol, mas produziu apenas 0.16 de xG. Isso aconteceu porque suas conclusões foram fracas ou realizadas de posições que não representavam perigo real para Matt Turner.

Ele consegue passar pelos marcadores, encontra espaços e participa bastante. Agora precisa transformar essas ações em oportunidades realmente perigosas.

Não basta finalizar na direção do gol.

Ele precisa ameaçar o goleiro.

A utilização de Noah Streit pode também deixar o corredor mais livre para Petrasso. Como o ponta gosta de trazer a bola para o centro, o lateral pode atacar o espaço por fora sem que toda a jogada dependa de um movimento físico de Daniel Ríos para puxar a marcação.

O Montreal precisa criar alternativas.

A jogada de Petrasso para Owusu seguirá sendo importante, mas não pode ser praticamente a única maneira confiável de gerar perigo.

A partida também reforçou que Dani Pereira não deve ser o primeiro volante titular desta equipe.

A decisão de escalá-lo desde o início foi equivocada, e o desempenho confirmou isso. Ele não é o jogador que o Montreal precisa para organizar aquela região e proteger a defesa.

Samuel Piette continua sendo o dono da posição.

É verdade que o capitão talvez já não consiga jogar todos os minutos de todas as partidas. Nesse cenário, Dani Pereira pode aparecer como uma opção para o segundo tempo, quando o jogo estiver mais espaçado, mas não como o jogador responsável por iniciar a construção e dar equilíbrio ao time.

Outra alternativa seria recuar Victor Loturi para essa função e colocar Olger Escobar um pouco mais adiantado, atuando como um camisa 8.

Ivan Losenko também poderia receber oportunidades, embora o Montreal ainda não demonstre tanta confiança em sua utilização.

O que parece evidente é que a comissão técnica ainda precisa encontrar uma solução mais confiável para os momentos em que Piette não puder começar ou completar a partida.

Pelo lado do New England Revolution, a equipe mostrou por que ocupa a parte de cima da Conferência Leste.

O lado direito formado por Matt Polster e Peyton Miller causou enormes dificuldades ao Montreal durante o primeiro tempo. Miller, lateral de origem, atuou mais adiantado e conseguiu unir intensidade ofensiva com capacidade para pressionar a saída de bola.

Foi justamente em uma dessas ações que recuperou a posse de Dani Pereira e participou da construção do segundo gol.

É um jogador para ficar de olho.

Ainda precisa mostrar maior regularidade durante os 90 minutos, porque caiu um pouco no segundo tempo, mas possui características muito interessantes para uma possível oportunidade futura na seleção americana.

O Revolution também precisa lamentar profundamente o empate.

Uma equipe que produz 4.13 de xG, abre 2 a 0, acerta a trave, tem um gol anulado e cria diversas oportunidades cara a cara não pode deixar o campo com apenas um ponto.

Dor Turgeman marcou, mas perdeu chances suficientes para decidir a partida. Carles Gil encontrou os passes e criou as condições para o terceiro gol aparecer. O problema foi a eficiência.

O Montreal, por outro lado, encerra uma sequência extremamente difícil contra três das melhores equipes da Conferência Leste.

Primeiro, perdeu por 1 a 0 para o Nashville, líder da competição. Depois, foi novamente derrotado por 1 a 0, desta vez pelo Inter Miami, vice-líder. Agora, empatou em 2 a 2 com o New England Revolution, terceiro colocado.

Analisando apenas os resultados, não existe como tratar a sequência como positiva.

Foram dois pontos conquistados em quatro jogos desde o retorno da pausa para a Copa do Mundo. É um número ruim, e o Montreal continua caindo na classificação.

Mas, olhando especificamente para essas três partidas contra os times do topo, existe uma leitura mais otimista.

O Montreal mostrou que consegue competir contra essas equipes.

Não foi dominado pelo Nashville, criou chances suficientes para vencer o Inter Miami e agora buscou um empate depois de chegar ao intervalo perdendo por 2 a 0 para o Revolution.

Isso mostra evolução.

Agora, porém, precisa fazer sua obrigação contra adversários que não estão no mesmo nível dos líderes.

Não adianta competir contra Nashville, Inter Miami e New England se a equipe não conseguir somar pontos diante dos clubes que estão mais próximos na tabela.

O próximo jogo contra o D.C. United será justamente esse teste.

⏭️ Classificação e próximos jogos

Com o empate, o Montreal chegou aos 16 pontos e caiu para a 14ª colocação da Conferência Leste, sendo ultrapassado pelo Philadelphia Union nesta rodada.

A equipe volta a campo no dia 15 de agosto, às 20h30 (horário de Brasília), quando recebe o D.C. United no Stade Saputo. O adversário ocupa a nona colocação da conferência, com 23 pontos.

Depois de enfrentar os três principais times do Leste, o Montreal terá a obrigação de transformar as boas impressões recentes em resultado.

Já o New England Revolution chegou aos 30 pontos e permanece na terceira colocação da Conferência Leste.

A equipe, porém, viu o Chicago Fire se aproximar. O clube de Illinois possui 29 pontos, também em 17 partidas, e passa a pressionar diretamente o Revolution na disputa pela terceira posição.

Mesmo com um jogo a menos em relação a Nashville e Inter Miami, o New England já não consegue alcançar os dois líderes apenas vencendo sua partida pendente. O Nashville possui 40 pontos, enquanto o Inter Miami aparece com 38.

O Revolution volta a campo no próximo sábado, dia 8 de agosto, às 17h30 (horário de Brasília), quando recebe o Houston Dynamo no Gillette Stadium.

Depois de deixar escapar uma vitória praticamente encaminhada em Montreal, a equipe terá a chance de recuperar os pontos diante de sua torcida.

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