Coluna do Fla
·25 de mayo de 2026
CBF projeta redução de jogos à noite; veja opções de horários

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·25 de mayo de 2026

O Flamengo entra em campo nesta terça-feira (26) às 21h30 (de Brasília), contra o Cusco (PER), pela Libertadores. No que depender da CBF, este horário para jogos está com os dias contados. Isso porque, a entidade pretende acabar com as partidas ‘tão tardes’ nos meios de semana e também nos sábados e nos domingos.
De acordo com pesquisa encomendada pela CBF, a violência gera preocupação dos torcedores, evitando presença nos estádios. Então, a Confederação quer o fim do horário das 21h30 do meio de semana e às 20h nos fins de semana. Por outro lado, os duelos às 19h em dias úteis também são vistos como ruins, por conta da saída do trabalho e congestionamento nas cidades grandes.
Já os jogos aos domingos pela manhã, às 11h, devem ser mais comuns em um futuro próximo. Tudo passará por diálogos com as detentoras de televisão, que têm como horário favorito às 16h dos domingos e 21h30 das quartas-feiras, seja para competições nacionais ou internacionais, no Brasil.
A pesquisa da CBF mostrou que 35% dos torcedores deixaram de frequentar os estádios por medo da violência ou por falta de segurança. Além disso, 74% não consideram os jogos de futebol seguros para levar familiares mais vulneráveis, como crianças e idosos.
O tema não é novidade e é um dos planos de governo do atual presidente da CBF, Samir Xaud. No entanto, o assunto voltou à tona nesta segunda-feira (25), em debate realizado entre clubes das Séries A e B, junto com a Confederação, em diálogos para a criação de uma nova liga. A conversa foi dirigida pelo presidente da Federação Cearense de Futebol, Mauro Carmélio Neto.
A questão dos horários, casada com a necessidade de segurança e controle de acesso, acompanhamento de processos na Justiça Comum, proteção dos jogadores e atuação mais forte do STJD fazem parte do pacote que está sendo denominado como ‘comissão antiviolência’. Vale destacar que não estão previstas mudanças para 2026 nesse sentido.







































