City de rotação leva à melhor sobre um aflito, mas corajoso, Wolves | OneFootball

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·24 de enero de 2026

City de rotação leva à melhor sobre um aflito, mas corajoso, Wolves

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O aflito Wolverhampton deu sinal de vida na 2ª parte e ameaçou - e de que maneira -, mas o Manchester City aproveitou a vantagem criada na 1ª parte para vencer por 2-0 e, assim, regressar aos triunfos.

Depois de duas derrotas seguidas, o Manchester City recebia o Wolverhampton, último classificado da Premier League. Pep Guardiola surpreendeu e começou o jogo com elementos como Erling Haaland, Jeremy Doku e Phil Foden no banco, dando titularidade aos portugueses Bernardo Silva (capitão) e Matheus Nunes. Do outro lado, José Sá também começava de início.


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Apesar dessa rotação implementada pelos cityzens, a verdade é que o arranque de jogo foi tudo o que se esperava, com os de Manchester a dominarem por completo, aproveitando o bloco  baixíssimo do Wolves para «acampar» no meio campo oposto. As chances começaram a surgir com naturalidade e, logo aos 6', Omar Marmoush respondeu ao cruzamento de Matheus Nunes na direita e encostou para o 1-0.

Ao contrário do esperado, o Wolverhampton até reagiu bem ao golo sofrido, soltou-se mais com bola e foi aproveitando o ritmo baixo do City com bola - baixou consideravelmente depois do golo - para se manter vivo na partida, conseguindo abrandar os criativos adversáiros. Pelo meio, houve alguma polémica, com uma grande penalidade que o VAR retirou ao City, por mão na bola de Yerson Mosquera, mas os comandados de Guardiola, assim que aceleraram entre linhas, aumentaram a vantagem, pelo reforço Antoine Semenyo, aos 45+2.

Apesar da desvantagem fora de portas, o técnico do Wolverhampton, Rob Edwards, não se apequenou e, ao intervalo, colocou em jogo o português Rodrigo Gomes e o avançado Strand Larsen. A isto juntou-se toda uma nova atitude, com maior dinamismo ofensivo e uma linha de pressão mais alta, que claramente deixou o Manchester City desconfortável na construção.

Os lobos começaram a crescer com o passar dos minutos e a velocidade de Rodrigo Gomes, na direita, e a irreverência do luso-inglês Mateus Mané no último terço foram dando esperança, chegando a testar Donnarumma entre os postes. Pep Guardiola ainda tentou dar nova vida ao seu ataque, fazendo entrar Doku, Haaland e Foden, mas a equipa nunca se conseguiu encontrar novamente com bola no último terço.

Acabou por valer uma 1ª parte eficaz para o Manchester City vencer o aflito Wolverhampton por 2-0 e assim isolar-se, à condição, no 2º lugar.

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