Com Benfica ao barulho, FPF perde a paciência e atira: "A partir da próxima época..." | OneFootball

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Glorioso 1904

·22 de abril de 2026

Com Benfica ao barulho, FPF perde a paciência e atira: "A partir da próxima época..."

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A Federação Portuguesa de Futebol (FPF) apresentou esta quarta-feira a campanha 'Stop à Violência', em forma de apelo nos jogos das duas Ligas profissionais e em três competições federativas, a disputar no sábado e no domingo. Ao lançar o respetivo 'movimento', Pedro Proença começou por frisar que chegou "o dia em que o Futebol, unido, diz basta". Por sua vez, Joaquim Evangelista, presidente do Sindicato dos Jogadores, lançou "um apelo aos três grandes".

"Não ficámos indiferentes aos relatos que nos chegaram nos últimos meses. Episódios de violência ligados ao desporto e que nos fazem refletir sobre que mundo queremos deixar", referiu o presidente da FPF, apontando recentes incidentes violentos contra "equipas de arbitragem, jogadores, dirigentes, adeptos e em jogos de crianças, as primeiras que deviam ser protegidas".


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Como já "era impossível não agir", Proença referiu que a FPF quis passar "das palavras à ação" e garantiu: "A partir da próxima temporada, teremos um ambiente mais seguro para todos os intervenientes, dos adeptos aos jogadores e dos treinadores aos árbitros."

Relativamente ao que foi dito por Joaquim Evangelista, este olhou para a violência além do desporto. "Há um discurso de ódio que se instalou, que a política extravasou e que exige um comportamento nosso enquanto cidadãos" apontou, pedindo que esse comportamento se faça sentir na sociedade e no desporto, onde deva haver "uma cidadania desportiva ativa", sobretudo por parte de Benfica - que já conhece árbitro para a próxima jornada, Sporting e Porto.

"Quem tem mais responsabilidade deve ter um comportamento de maior exigência", disse, fazendo "um apelo aos três clubes grandes", por terem "uma responsabilidade maior, porque afetam a maioria dos adeptos e cidadãos".

"No futebol, muita da violência que se manifesta tem a ver com o discurso clubístico. Eu criei muitas expectativas com o novo dirigismo, nomeadamente com Rui Costa, André Villas-Boas e Frederico Varandas. De repente, vi comportamentos recorrentes do passado. Era importante que houvesse capacidade para mudar esse tipo de discurso que afeta os adeptos e que se transfere para dentro das quatro linhas, e que afeta com maior impacto os árbitros", concluiu de forma veemente.

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