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·1 de abril de 2026

Dragão Arena arrisca interdição após o FC Porto-Sporting de andebol

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A Dragão Arena corre o risco de vir a ser interditada na sequência da polémica gerada pelo Clássico da jornada inaugural da fase final do campeonato nacional de andebol, disputado no passado sábado, no qual o Sporting venceu o FC Porto por 30-33.

Os leões, recorde-se, denunciaram um forte cheiro a amoníaco no balneário que lhes foi atribuído, situação que levou o treinador Ricardo Costa – substituído por Ricardo Candeias no banco de suplentes – e o jogador Christian Moga – retirado da lista de convocados – a receber assistência dos bombeiros no local.


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O Ministério Público anunciou entretanto a abertura de um inquérito criminal, algo que poderá sair muito caro ao emblema azul e branco, segundo as declarações de Lúcio Correia, professor de Direito do Desporto, esta quarta-feira, ao programa ‘Bola Branca’, da Rádio Renascença.

“Nesta situação vai ser muito provável a aplicação de uma sanção de multa alta, de acordo com o que a lei da violência transmite. Mas também, provavelmente, o impedimento de utilização daquele recinto na modalidade andebol. Ou seja, há alta probabilidade de o pavilhão ficar impedido de ser utilizado”, começou por afirmar.

“Penso que isto tem mais a ver com uma guerra, infelizmente, instalada entre Sporting e FC Porto do que propriamente com a modalidade andebol, portanto o andebol vem a reboque de um clima que se tem gerado entre os clubes que vem do futebol e passou par ao andebol. Espero que fique por aqui e não passe para mais nenhuma modalidade”, acrescentou.

Para Lúcio Correia, este caso envolve “crimes de natureza pública”, colocando em causa a “própria segurança dos intervenientes”. Por isso, o professor estranha que a Autoridade para a Prevenção e o Combate à Violência no Desporto (APCVD) não tenha avançado com um “procedimento igual” ao do Ministério Público.

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