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·27 de enero de 2026

‘É um cavalo’: debate sobre Paquetá no Flamengo expõe risco físico no calendário brasileiro

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O possível retorno de Lucas Paquetá ao Flamengo voltou a gerar um debate sobre o impacto físico do calendário brasileiro em atletas de elite vindos da Europa. Durante o programa "UOL News Esporte", Arnaldo Ribeiro e Danilo Lavieri divergiram ao analisar se o meia conseguiria suportar a alta carga de jogos no país, traçando comparações diretas com Arrascaeta e avaliando o histórico físico do jogador.

Debate ganha força com retorno iminente de Paquetá ao Flamengo

A iminente volta de Lucas Paquetá ao Flamengo reacendeu discussões sobre o impacto do calendário brasileiro em jogadores que atuam na Europa. Diferente da Premier League, o futebol nacional impõe uma carga maior de partidas, viagens longas e menor tempo de recuperação, fatores que entram no centro do debate sobre a adaptação física do meia.


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Além disso, no caso de craques como Paquetá, ainda entram no radar as datas Fifa, na qual os atletas costumam ter maiores deslocamentos e aperto no calendário. Em 2026, inclusive, haverá a Copa do Mundo no meio do ano, o que estende o problema.

Paquetá é chamado de 'cavalo' devido à condição física

Durante o debate, a condição atlética de Paquetá foi exaltada com o termo "cavalo", utilizado no jargão do futebol para descrever jogadores de força física descomunal e alta resistência. Segundo a análise feita por Arnaldo Ribeiro, Paquetá evoluiu drasticamente seu porte físico e intensidade durante sua passagem pelo West Ham e pela Seleção Brasileira.

"Se o Paquetá chegar, ele não vai precisar do mesmo cuidado que Arrascaeta, porque o Paquetá é um cavalo. Ele consegue jogar todas as partidas. É um cavalo. Tem 28 anos e uma saúde impressionante", disse o comentarista.

Calendário pode pesar contra

Por outro lado, Danilo Lavieri fez uma ressalva. Mesmo sendo um "cavalo" fisicamente, o calendário brasileiro impõe desafios que não existem na Inglaterra como gramados irregulares, calor intenso e logística de viagens continentais.

"A temporada que ele mais fez jogos lá fora foi 43 partidas. Aqui o Flamengo joga perto de 70. A última vez que ele jogou tanto assim foi justamente no Flamengo, em 2018 (56 jogos). Ele vai reencontrar um outro nível de desgaste", comentou o jornalista.

Na atual temporada, contando West Ham e Seleção Brasileira, Paquetá tem 25 jogos, com seis gols marcados. A caminho do Flamengo, o meia não entra em campo desde o dia 6 de janeiro. Além da negociação, o clube inglês afirma que o craque está se recuperando de lesão.

A discussão sobre Paquetá vai além da técnica. Ela escancara um dilema recorrente do futebol brasileiro: até que ponto o calendário permite que atletas de elite mantenham rendimento máximo sem pagar um preço físico alto. O Flamengo é o grande exemplo disso, já que luta em muitas frentes e ainda tem jogadores que defendem suas seleções.

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