MundoBola
·13 de marzo de 2026
Edu Gaspar toma decisão sobre o futuro e mexe com planos do Flamengo

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·13 de marzo de 2026

O Flamengo já sabe o tamanho do desafio que terá pela frente se quiser contar com Edu Gaspar para o lugar de José Boto. Atualmente "escanteado" no grupo que controla o Nottingham Forest, o dirigente brasileiro vive um impasse para rescindir seu contrato na Europa e os planos do profissional podem frustrar as expectativas no Ninho do Urubu.
Afastado do dia a dia do clube inglês há dois meses, Edu Gaspar ainda tem quatro anos de vínculo com o grupo do investidor Evangelos Marinakis. Para aceitar o encerramento antecipado, o dirigente abriu uma negociação financeira específica: aceita abrir mão de dois anos de contrato, desde que receba metade do total a que tem direito.
Mesmo insatisfeito com sua atual função, o desejo de Edu Gaspar é permanecer trabalhando no futebol europeu, onde construiu uma carreira sólida desde 2019, com destaque para sua passagem pelo Arsenal. Essa preferência pessoal do dirigente é o principal obstáculo para o Flamengo.
Bap recebeu a sugestão do nome de Edu Gaspar de aliados próximos e aprovou o perfil do ex-coordenador da Seleção Brasileira. O movimento do Flamengo para tentar seduzi-lo já começou, inclusive com sondagens feitas a pessoas ligadas ao empresário Kia Joorabchian. No entanto, o sentimento interno no clube é de que a operação será complexa. As informações são da 'ESPN'.
O desfecho da situação de Edu Gaspar na Inglaterra deve ocorrer em breve, e o Flamengo monitora o caso como um interessado. Se houver qualquer indicativo de retorno ao Brasil, o clube está pronto para apresentar um projeto financeiro.
A permanência de José Boto foi garantida pela agilidade em trazer Leonardo Jardim. A diretoria avaliou que demitir o executivo agora atrapalharia a adaptação da nova comissão técnica, dando ao dirigente uma "vida extra" após a saída de Filipe Luís.
Apesar da sobrevida, Boto está isolado no vestiário devido ao desgaste com o elenco na troca de comando. Para resolver o clima pesado, o clube cogita contratar um supervisor, como Fábio Luciano, para mediar a relação entre o diretor e os jogadores.
Mesmo com o respaldo de Jardim, Boto segue sob vigilância de Bap por erros de planejamento. O presidente já interveio em decisões de mercado, sinalizando que a confiança no diretor é estratégica, mas ainda limitada aos resultados imediatos.
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