Empresa do ramo imobiliário reclama dívida superior a 200 mil euros ao FC Porto | OneFootball

Empresa do ramo imobiliário reclama dívida superior a 200 mil euros ao FC Porto | OneFootball

In partnership with

Yahoo sports
Icon: Portal dos Dragões

Portal dos Dragões

·27 de febrero de 2025

Empresa do ramo imobiliário reclama dívida superior a 200 mil euros ao FC Porto

Imagen del artículo:Empresa do ramo imobiliário reclama dívida superior a 200 mil euros ao FC Porto

No dia 20 de fevereiro, a Feel Bright Lda apresentou, no Juízo Central Cível do Porto, uma ação de processo comum contra a SAD do FC Porto, reivindicando uma dívida de 207.263,88 euros, de acordo com informações do portal Citius.

A empresa alega que intermediou um contrato firmado pela anterior administração do FC Porto, que era liderada por Pinto da Costa. Além disso, apurou-se que a dívida não está relacionada com jogadores ou agentes de futebol.


OneFootball Videos


A atual direção, sob a liderança de André Villas-Boas, solicitou à Feel Bright que apresentasse provas da intermediação no contrato, uma vez que não tinha conhecimento da empresa, resultando no processo judicial.

Pouco se sabe sobre a Feel Bright Lda, que foi constituída em dezembro de 2019, com sede em Lisboa, um capital social de 1.200 euros e um único gerente, André Filipe Oliveira de Miranda, que conta com dois sócios/acionistas: a Eagleplanet, SA e Manuel Pereira Alexandre.

Segundo informações divulgadas por Rui Pinto, André Filipe Oliveira de Miranda é “advogado de profissão e possui um longo historial de ligação ao Partido Socialista. É ainda cunhado de Alexandra Leitão, líder parlamentar do PS e candidata à Câmara Municipal de Lisboa”.

O hacker também menciona que André Filipe Oliveira de Miranda “iniciou a sua trajetória política com José Sócrates, primeiro como adjunto no Gabinete do Secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros, e em 2009 tornou-se Chefe de Gabinete do Ministro dos Assuntos Parlamentares”.

A mesma fonte sublinha que o gerente da Feel Bright Lda foi “nomeado pela Assembleia da República como vogal no Conselho Superior da Magistratura e, apesar da sua falta de assiduidade, parecia imprescindível para o PS”, até que uma reportagem do jornal Público “o forçou a desistir da recandidatura”.

Ver detalles de la publicación