Zerozero
·21 de enero de 2026
«Enquanto não nos disserem que nove pontos não chegam, vamos acreditar que chegam»

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·21 de enero de 2026

O Benfica não conseguiu o resultado desejado em Turim, onde acabou por perder por 2-0 frente à Juventus e assim complicou as suas contas na Liga dos Campeões. Depois do apito final, José Mourinho reagiu ao desfecho da noite europeia, em declarações aos microfones da Sporttv.
Análise ao jogo e ao desperdício: «No futebol ganha quem marca. Há mil exemplos de equipas que fazem pouco para ganhar, mas ganham, e outras equipas que fazem tanto para ganhar e não ganham. Hoje fizemos muito para ganhar. Com as nossas limitações, fazemos um jogo forte. Só que nos últimos 20 metros é preciso ser objetivo e partir a baliza. É preciso atacá-la com tudo.»
«Tivemos algumas grandes oportunidades, tivemos outras meias oportunidade. No início da segunda parte, que é onde sofremos um golo, é num período em que essas ocasiões se acumulavam. Detrás da minha experiência e do meu olfato apurado, comentava com os meus companheiros de banco que nos estávamos a pôr a jeito para sofrer um golo.»
Comparação com o adversário: «O banco deles é poderoso, é rápido. Sobretudo para transições, ajuda muito. Mete Chico, Openda, Kostic... tudo gente com grande intensidade. Nós obviamente temos um banco diferente. Mas os jogadores foram fantásticos e se o penálti entra… mas já estamos no se. Críticas ao Pavlidis? Falhou, não tem problema absolutamente nenhum.»
Equipa deu a cara? «Os jogadores crescem. Por estarem a crescer é que também estão a jogar. A equipa está a jogar bem, mas também há dores de crescimento e as dores de crescimento passam por isso. A este nível, quando vais com jogadores que crescem, é mais complicado. A este nível precisas de jogadores de corpo inteiro, feitos, jogadores com estaleca. Mas tiveram a coragem de dar a cara. Tivemos muito controlo, a Juventus esteve em dificuldade.»
Contas do apuramento: «Primeiro, enquanto não nos disserem que nove pontos não chegam, vamos acreditar que podem chegar. A segunda vertente da coisa é que no Benfica, a cultura que estamos a desenvolver, é que não são os objetivos que definem os níveis de motivação ou de profissionalismo. Vamos com tudo até ao fim.»
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