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·7 de marzo de 2026

Escalação do Palmeiras: Situação de Vitor Roque e Jhon Arias

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O que aconteceu: Vitor Roque treinou com o grupo e deve retomar a vaga no provável Palmeiras para a final contra o Novorizontino.


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Impacto: Abel ganha mais peso ofensivo para defender a vantagem de 1 a 0 no jogo decisivo.

Próximo passo: O Verdão enfrenta o Novorizontino neste domingo, 8 de março, às 20h30, em Novo Horizonte.

Vitor Roque volta e Palmeiras ganha peso para a final

Palmeiras x Novorizontino entra na reta final com uma mudança que pode redefinir a decisão: Vitor Roque treinou com o grupo e deve reaparecer entre os titulares no duelo deste domingo, 8 de março, às 20h30, no Estádio Jorge Ismael de Biasi, em Novo Horizonte, pela volta da final do Campeonato Paulista. A equipe de Abel Ferreira chega com vantagem de 1 a 0, construída na ida com gol de Flaco López, e precisa de um empate para ser campeã.

A notícia pesa porque o camisa 9 não começou o primeiro jogo por prevenção após pancadas sofridas na semifinal, mas agora já participa das atividades com monitoramento do Núcleo de Saúde e Performance. Em uma final que promete exigir profundidade, ataque ao espaço e presença de área, a volta de Vitor Roque muda o teto ofensivo do Verdão e oferece uma resposta direta ao trauma recente: a goleada sofrida para o próprio Novorizontino em Novo Horizonte, ainda na fase inicial do estadual.

Quem deve entrar no time de Abel na decisão?

A tendência mais forte é Vitor Roque reassumir a vaga no ataque no lugar de Ramón Sosa. O restante da base titular deve ser mantido, preservando a estrutura usada na vitória por 1 a 0 na Arena Barueri.

Segundo a projeção publicada neste sábado, o provável Palmeiras para a final é: Carlos Miguel; Khellven, Gustavo Gómez, Murilo e Piquerez; Marlon Freitas, Andreas Pereira e Mauricio; Allan, Flaco López e Vitor Roque. A única ressalva aberta está em Emiliano Martínez, que voltou a treinar com o grupo, mas ainda aparecia como dúvida no noticiário pré-jogo.

Essa possível formação diz muito sobre o plano de Abel. Com Allan aberto, Flaco como referência e Vitor Roque atacando as costas da defesa, o Palmeiras ganha mais agressividade sem desmontar o meio-campo que sustentou a ida. Andreas e Mauricio seguem como os homens da ligação, enquanto Marlon oferece equilíbrio para não expor o sistema defensivo em transições. Essa leitura é uma inferência tática baseada na escalação projetada e na formação utilizada no primeiro confronto.

Por que o retorno do camisa 9 pesa tanto?

Porque não é apenas uma troca de nomes; é uma troca de comportamento do ataque. Vitor Roque oferece aceleração, profundidade e confronto direto com os zagueiros, algo especialmente valioso em um jogo fora de casa e com vantagem mínima no placar agregado.

Na ida, o Verdão abriu a frente com Flaco López e controlou a decisão com segurança, mas ainda deixou a sensação de que poderia ferir mais o adversário nos espaços. A presença de Vitor Roque desde o início amplia justamente essa ameaça. Ele já havia sido preservado por precaução, entrou no segundo tempo da primeira partida e agora se aproxima de condição plena para começar jogando.

Há também um componente emocional. Final costuma se decidir nos detalhes, e o Palmeiras chega ao último capítulo com uma de suas peças mais explosivas recuperada no momento exato. Não é pouca coisa para um time que disputa sua sétima final seguida de Campeonato Paulista e tenta transformar regularidade em novo título.

O que ainda preocupa antes da bola rolar?

A principal interrogação segue sendo Emiliano Martínez. O volante treinou com os companheiros no trabalho mais recente, mas vinha fora dos últimos três jogos por lesão na panturrilha esquerda, o que mantém a situação em aberto até a definição final da comissão.

Além disso, o noticiário de véspera indicava Paulinho e Figueiredo como desfalques, o que limita opções para mudanças ao longo da partida. Num duelo em que o adversário deve se lançar mais ao ataque por estar em desvantagem no agregado, ter banco encurtado em alguns setores pode influenciar a estratégia de substituições.

Outro ponto inevitável é o histórico recente no estádio da decisão. Em 20 de janeiro, o Palmeiras foi atropelado por 4 a 0 pelo Novorizontino no mesmo Jorge Ismael de Biasi. A final de domingo, portanto, carrega um peso duplo: vale troféu e oferece ao elenco a chance de responder no palco em que viveu uma das noites mais desconfortáveis do início da temporada.

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Como o Verdão chega para o jogo que vale taça?

Chega em vantagem, mais inteiro ofensivamente e com um desenho tático bastante claro. O 1 a 0 da ida permite ao Palmeiras jogar com inteligência emocional, sem se desorganizar por ansiedade, mas sem cair na armadilha de apenas se defender.

O treino final reforçou esse espírito. O clube informou que houve trabalho tático em dimensões reduzidas e recreativo, com Vitor Roque novamente integrado ao grupo sob monitoramento e Emiliano também treinando. Em outras palavras: Abel chega ao jogo com mais soluções do que tinha poucos dias atrás.

Mais do que montar uma escalação, o Palmeiras está ajustando a forma de matar a final. Se Vitor Roque começar, o Verdão sinaliza desde a escalação que não pretende apenas administrar a vantagem. Pretende levar o jogo para a zona em que costuma ser mais perigoso: intensidade, ataque vertical e imposição nos momentos-chave. Essa conclusão deriva das características dos atletas e do provável time indicado pelas fontes consultadas.

Perguntas frequentes sobre a provável escalação do Palmeiras

Vitor Roque vai jogar contra o Novorizontino?

A tendência é que sim, e como titular. Ele treinou com o elenco nos últimos dias e apareceu na projeção do provável time para a final após ter sido preservado na ida.

Qual é a provável escalação do Palmeiras?

A formação mais provável é: Carlos Miguel; Khellven, Gustavo Gómez, Murilo e Piquerez; Marlon Freitas, Andreas Pereira e Mauricio; Allan, Flaco López e Vitor Roque. A escalação oficial, porém, só sai mais perto da partida.

Emiliano Martínez está confirmado?

Ainda não. O volante voltou a treinar com o grupo, mas vinha se recuperando de lesão na panturrilha esquerda e seguia como dúvida no noticiário pré-jogo.

O Palmeiras joga pelo empate?

Sim. Como venceu o primeiro jogo por 1 a 0, o Verdão precisa apenas de um empate no duelo de volta para conquistar o título paulista.

Quando e onde será a final?

O jogo contra o Novorizontino está marcado para domingo, 8 de março de 2026, às 20h30, no Estádio Jorge Ismael de Biasi, em Novo Horizonte.

O retorno de Vitor Roque não resolve tudo sozinho, mas muda o clima de uma decisão que já era pesada por natureza. O Palmeiras entra em campo com a vantagem, com a memória da vitória na ida e também com a cicatriz da goleada sofrida nesse mesmo estádio no começo do ano.

É justamente isso que torna a noite de domingo tão grande: o Verdão não vai apenas defender um 1 a 0, vai tentar provar que aprendeu com a dor, recuperou sua força máxima no ataque e está pronto para transformar um ajuste de escalação em passo definitivo rumo a mais uma taça.

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