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·11 de febrero de 2026
Exclusivo Leonino - José Pina atira após Porto - Sporting : "Villas-Boas é igual a Pinto da Costa"

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·11 de febrero de 2026

José Pina concedeu uma entrevista, em Exclusivo, ao nosso Jornal. O conhecido adepto do Sporting falou sobre o empate entre Porto e Sporting (1-1), desta segunda-feira, e teceu comentários sobre a partida em si, sobre a arbitragem e condenou as estratégias realizadas pelos dragões, liderados por André Villas-Boas.
José Pina: "Penso que o resultado é justo"
Questionado sobre a justiça do placar final, o adepto leonino não põe em causa o que foi o jogo: "Penso que o resultado é justo, traduz aquilo que se passou dentro de campo", disse, num encontro que foi empatado pelo golo de Luis Suárez aos 90+10.
Apesar do resultado ter sido justo, José Pina acredita que a equipa de Rui Borges podia ter tido uma abordagem mais ofensiva. "Esperava um Sporting mais proativo e podia ter sido mais ousado porque o Porto está em quebra", afirmou.
José Pina: "A arbitragem correu bem"
Sobre a arbitragem, o escritor de 64 anos achou que tudo correu dentro da normalidade. "A arbitragem correu bem, não houve nenhum caso", vincou. Recordar que Itturalde González, antigo árbitro espanhol, disse que concorda com a grande penalidade assinalada a favor do Sporting e equacionou que Jakub Kiwior podia ter sido expulso.
O empate mantém os leões a quatro pontos da liderança do Porto. José Pina acredita que o sonho do tricampeonato está difícil, mas que não acabou. "Tricampeonato? Está menos vivo, mas não está morto", comentou. Os leões estão no segundo lugar com 52 pontos.
José Pina: "Villas-Boas é igual a Pinto da Costa"
No final da entrevista, acerca dos casos controversos das cortinas, das colunas a emitir sons de ruídos, o comportamento dos apanha - bolas do Porto e as capas dos jornais no balneário, o antigo comentador do programa "Prolongamento" aponta o dedo a André Villas-Boas. "Pensei que o Villas-Boas fosse uma lufada de ar fresco no futebol português, fiquei desiludido. O Villas-Boas é igual ao Pinto da Costa. A história dos apanha - bolas penso que já nem há na Argentina ou no Brasil, é uma coisa do terceiro mundo", concluiu.








































