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·12 de marzo de 2026

Falta de eficiência vira ponto de atenção no Internacional contra o Atlético-MG

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Mesmo com controle da partida e ampla superioridade nos números, o Internacional saiu de campo derrotado por 1 a 0 pelo Atlético-MG, em jogo desta quarta-feira à noite válido pelo Brasileirão. As estatísticas evidenciam um cenário de domínio colorado, mas também escancaram os fatores que impediram a equipe de transformar volume em resultado.


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Veja os números do Colorado

Segundo dados do SofaScore, o Inter terminou a partida com 65% de posse de bola e quase o dobro de passes do adversário (499 contra 285), além de melhor aproveitamento nas trocas no terço final do campo. A equipe também finalizou muito mais: foram 19 chutes, sendo sete no alvo, contra apenas sete finalizações do Atlético-MG, com três certas.

A presença ofensiva colorada foi constante. O Internacional registrou 36 ações com a bola dentro da área adversária, três vezes mais do que o Atlético-MG, além de 66 entradas no terço final. O time também criou o mesmo número de grandes chances do rival (duas), mas falhou justamente no aspecto decisivo: a conversão. Os dados apontam duas grandes chances desperdiçadas pelo Inter, fator determinante em uma partida equilibrada no placar.

O volume ofensivo se refletiu no xG. O Internacional encerrou o jogo com 1,82 gols esperados, contra apenas 0,68 do Atlético-MG, reforçando que criou oportunidades suficientes para ao menos empatar — ou até vencer — o confronto. Ainda assim, a falta de precisão nas conclusões e a dificuldade em transformar posse em gol custaram caro.

Sem grandes sustos para o Galo

Defensivamente, o Atlético-MG foi menos exigido. O goleiro mineiro realizou apenas duas defesas, enquanto o arqueiro do Inter precisou trabalhar sete vezes e ainda terminou com saldo negativo em gols evitados (-0,64). O gol decisivo saiu apenas nos acréscimos, aos 90 minutos, em finalização de Ángelo Preciado, quando o Internacional já pagava o preço pela falta de efetividade.

Os números deixam claro que não faltou controle ou volume ao Inter, mas sim eficiência ofensiva e poder de decisão. Em um jogo em que dominou a posse, finalizou mais, esteve mais presente na área adversária e produziu maior expectativa de gol, a equipe acabou punida pela incapacidade de transformar superioridade estatística em vantagem no placar.

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