Portal dos Dragões
·3 de abril de 2026
Farioli vê Famalicão forte com bola e avisa: “Vai exigir a nossa melhor versão”

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Na antevisão do regresso à competição, com o Famalicão a atravessar um bom momento, o que antecipa? “É o primeiro jogo depois da pausa para as seleções, o que é sempre complicado, porque muitos jogadores regressam de partidas importantes e com níveis de envolvimento muito altos. A prioridade é ter todos de volta. O trabalho deles foi positivo, mas foi importante recentrar a nossa realidade e as nossas dinâmicas. Do outro lado, o Famalicão é uma das equipas mais consistentes desde que o Hugo Oliveira assumiu a equipa. A solidez defensiva merece destaque, sofrem poucos golos. Gosto de os ver com bola, têm padrões claros e boas individualidades, os centrais estão confortáveis com bola, os médios reagem bem sob pressão… Vai ser um jogo que vai exigir a nossa melhor versão e a melhor atitude.”
Foi uma semana de decisões para alguns jogadores nas seleções, vários foram eliminados. Como está a energia deles no regresso? “Nos últimos dez dias estivemos separados, um grupo ficou cá, a equipa B e os sub-19 ajudaram a manter o nível nos treinos. Ficámos à espera da chegada dos internacionais. Fui acompanhando a Polónia e a Dinamarca, porque tinha quatro jogadores envolvidos. Foi duro para eles. O Bednarek é um líder, regressou com vontade de competir pelo FC Porto. Disse-lhes que os outros são jovens e vão ter muitas oportunidades no futuro, e o Jan também poderá estar no próximo Mundial. Eu, como italiano, também tive más sensações.”
A Itália ficou fora do Mundial pela terceira vez. Qual é o impacto para o futebol italiano? “Alguma coisa terá de mudar, isso é certo, depois de uma derrota destas. Faz parte do icebergue, a seleção, mas há mais para construir. Não tem de ir tudo para o lixo. O futebol muda rapidamente, e as novas pessoas que vão estar envolvidas terão de ter capacidade para dar a volta e dar à nova geração a oportunidade de competir ao mais alto nível.”
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