Fernando Tavares diz que craque ex Real Madrid não foi para o Benfica porque águias se atrasaram | OneFootball

Fernando Tavares diz que craque ex Real Madrid não foi para o Benfica porque águias se atrasaram | OneFootball

In partnership with

Yahoo sports
Icon: Glorioso 1904

Glorioso 1904

·10 de julio de 2026

Fernando Tavares diz que craque ex Real Madrid não foi para o Benfica porque águias se atrasaram

Imagen del artículo:Fernando Tavares diz que craque ex Real Madrid não foi para o Benfica porque águias se atrasaram

Fernando Tavares voltou a apontar o dedo à política desportiva seguida pela SAD do Benfica no futebol feminino desde que deixou a vice-presidência do clube. Numa publicação na rede social LinkedIn, o antigo dirigente revelou os bastidores da falhada contratação de Hayley Raso e explicou as razões que, na sua perspetiva, impediram a internacional australiana de rumar à Luz.

Segundo Fernando Tavares, a operação estava totalmente encaminhada, mas acabou por cair devido à demora do Benfica no envio da documentação contratual. A extremo-direita, de 31 anos, soma 70 internacionalizações pela Austrália e construiu uma carreira de relevo ao serviço de clubes como Everton, Manchester City, Real Madrid e Tottenham, acabando por assinar pelo Eintracht Frankfurt.


OneFootball Videos


“Apesar do acordo estar alcançado, os serviços da Benfica SAD apenas enviaram o contrato ao fim de duas semanas. Perante a demora, a jogadora perdeu a confiança no processo e acabou por abandonar a operação e assinar pelo Eintracht Frankfurt. A jogadora esteve comigo em Lisboa, visitou o Seixal e gostou do que viu. Em contratações deste tipo é determinante fechar o processo nos tempos certos. Atrasos podem tornar-se fatais.

Na mesma publicação, Fernando Tavares abordou também a contratação de Salomé Prat, apontando-a como alternativa após o fracasso das negociações com Hayley Raso. O ex-dirigente recordou que o Benfica acabou por contratar a extremo francesa ao Torreense, mas lamentou a forma como a jogadora foi gerida.

“O Torreense manteve-se irredutível quanto ao pagamento da cláusula de rescisão, fixada em 50 mil euros. A questão nunca foi a contratação da atleta. O problema foi a sua reduzida utilização e o posterior empréstimo. Uma jogadora contratada deve ser integrada, valorizada e potenciada, e não rapidamente encostada".

Ver detalles de la publicación