Coluna do Fla
·8 de enero de 2026
Flamengo se livra de despesa de R$ 28 milhões em processo envolvendo ex-volante

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·8 de enero de 2026

O Flamengo informou, na última quarta-feira (07), que economizou cerca de R$ 28 milhões ao evitar um processo na Justiça Trabalhista. A ação era movida pelo ex-volante Rômulo, que pedia uma pensão milionária sob a alegação de que uma lesão impedia o profissional de jogar quando pertencia ao clube.
Assim, os autos relatam que Rômulo ganhou uma ação contra o INSS para receber auxílio-acidente correspondente a 50% do salário do benefício. O documento também aponta que o Flamengo deve ao jogador R$ 50 mil por danos morais e estéticos, além da pensão de R$ 28 milhões até o ex-atleta completar 75 anos.
O Rubro-Negro recorreu ao alegar que Rômulo só obteve o laudo de inaptidão após deixar o Mais Querido. Afinal, o ex-volante esteve no Fla de 2005 a 2012, mas a constatação da invalidez só ocorreu em 2015.
Contudo, a defesa do ex-jogador não desistiu. Assim, a disputa chegou ao TST no ano passado e o ministro Alexandre Belmonte manteve a decisão da segunda instância que condenou o clube ao pagamento de R$ 66.487,35 por danos morais e estéticos, em valores corrigidos.
Os pouco mais de R$ 66 mil, porém, ficaram pequenos comparado a absolvição dos R$ 28 milhões de pensão vitalícia que o volante pedia. Portanto, o clube trata o caso internamente como uma vitória.
O cria das categorias de base do Mengão estreou no profissional em 2005, conquistou titularidade em 2007 e se lesionou em outubro daquele ano. Um escorregão fez o meio campo romper o ligamento cruzado anterior do joelho direito e estirar o ligamento colateral medial, além de afetar o menisco, a cartilagem e os ossos do fêmur e da tíbia.
O profissional só retornou aos gramados em 2008, quando tinha 21 anos. Contudo, nunca mais conseguiu ter sequência de jogos. Logo, passou por diversos empréstimos, até encerrar a carreira em 2016, um ano depois do laudo de inaptidão.
O Rubro-Negro soube escolher as batalhas judiciais em 2025. Isso porque, em 2024, o clube mantinha R$ 95 milhões reservados para gastar em eventuais ações judiciais. Ao fim de 2025, porém, o montante da reserva caiu para R$ 69 milhões.
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