Leonino
·4 de febrero de 2026
História do mercado de inverno; Os sucessos e os "flops" do Sporting

In partnership with
Yahoo sportsLeonino
·4 de febrero de 2026

O mercado de inverno tem sido, ao longo dos últimos anos, um espaço de risco e oportunidade para o Sporting. As contratações de janeiro surgem muitas vezes para responder a necessidades imediatas, colmatar ausências ou corrigir falhas identificadas na primeira metade da época. Algumas dessas apostas acabaram por deixar marca profunda na história do Clube, outras ficaram muito aquém do esperado.
Entre os casos de sucesso, existem os de César Prates e André Cruz. Os jogadores brasileiros chegaram ao mesmo tempo, em janeiro de 2000, e foram decisivos na conquista do Campeonato Nacional dessa época, ajudando a acabar com um jejum longínquo, e no título da Liga Portuguesa de 2001/2002.
Mais recentemente, houve Sebastián Coates e Paulinho, campeão mexicano recentemente. O defesa-central uruguaio chegou em 2015/2016, e tornou-se num dos jogadores com mais títulos e partidas pela camisola dos leões. O avançado português foi adquirido em janeiro de 2021, não teve um início fácil, mas teve papel importante na conquista do campeonato 2023/2024.
Contudo, nem todas as apostas de janeiro tiveram o mesmo desfecho. Koke chegou em 2006, prometia muito, mas não cumpriu. Rúben Ribeiro, contratado em 2018, permaneceu apenas meia temporada, enquanto Shikabala, recrutado em janeiro de 2014, fez apenas um jogo de verde e branco e saiu pela porta pequena.
Seba Ribas e Florent Sinama-Pongolle completam a lista de contratações de inverno que não corresponderam às expetativas. O avançado uruguaio realizou apenas sete jogos pela equipa principal após chegar em 2012, enquanto Simone-Pongolle, contratado em 2009, por 6,5 milhões de euros, fez apenas um golo em oito partidas.








































