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·29 de marzo de 2026

Ibañez explica função com Ancelotti e admite “frustração” em 2022

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Além de Danilo dos Santos, do Botafogo, o zagueiro Ibañez, do Al Ahli, da Arábia Saudita, também concedeu entrevista coletiva, neste domingo (29/3). O defensor da Seleção Brasileira abordou sobre as orientações táticas do técnico Carlo Ancelotti para atuar como lateral-direito. Além disso, ele também relembrou a frustração por ficar fora da Copa do Mundo de 2022.

“Cheguei aqui e o professor perguntou se eu podia fazer a lateral-direita, se eu já tinha feito outra vez. Falei para ele que atuei como lateral em alguns jogos na Roma, também no Al-Ahli e o Tite também me testou na direita na minha última convocação. Não vou ser lateral de chegar na frente, de cruzar, dar assistência todo jogo. Pode acontecer que uma vez ou outra eu chegue na frente, mas não espere isso de mim”, disse Ibañez.


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Ibañez durante treino pela Seleção Brasileira na academia em Orlando – Foto: Rafael Ribeiro/CBF

Assim como em 2022, Ibañez também apareceu na lista no último amistoso da Seleção Brasileira. Ele abriu o coração e admitiu a frustração que foi chegar tão perto e não conseguir estar no Qatar em 2022. Na ocasião, o então técnico Tite convocou Bremer.

“Foi um sentimento de frustração, na verdade, de não estar na Copa naquele momento, mas fiquei feliz pelo Bremer porque ele mostrou o trabalho dele e foi convocado. E agora novamente eu aqui, novamente pré-Copa? Vou dar meu máximo para estar. O sentimento é sempre o mesmo, temos que dar o máximo, honrar a nação, representar o país, acredito que cada um que está dentro de cada convocação faz isso e é isso que precisa ser feito”, afirmou.

Ambiente

Mas deixando 2022 no passado, o defensor também enfatizou a importância de a equipe entrar em campo com intensidade para buscar um resultado positivo diante da Croácia, nesta terça-feira (31/3), nos Estados Unidos.

“A pressão de vestir uma camisa da Seleção Brasileira, sim, é grande, mas muito maior é a felicidade de poder vestir ela. Vim aqui para ajudar da melhor maneira possível que eu possa dentro de campo ou fora dele. A gente tem que entrar dentro de campo com essa alegria, com essa ousadia, com essa intensidade, com essa felicidade”, destacou.

Ida para o Oriente Médio

O zagueiro também comentou a sua transferência para o Oriente Médio.

“Para ser sincero, todo mundo imagina que vai para a Arábia e se esconde do resto do mundo. Mas a ascensão que a liga criou, com atletas de alto nível quer dizer alguma coisa. Algo diferente acontece lá. A liga está forte, não tem mais jogo fácil, todo jogo tem um atacante chato. Temos que estar prontos. Fiquei feliz quando o Fabinho foi convocado, me deu uma esperança muito grande. Somos amigos em comum fora do campo e trocamos ideia sobre isso e eu falei para ele: será que tem espaço ainda para gente?”, ressaltou.

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