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·2 de marzo de 2026
Infantino reage ao caso Vinícius e quer lei contra “boca tapada”

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Gianni Infantino defendeu no domingo que os jogadores que tapam a boca durante discussões em campo devem ser expulsos, caso as palavras tenham “consequências racistas”. Em entrevista, o presidente da FIFA foi direto, se alguém se esconde para falar, deve presumir-se que disse algo que não devia, e que a sanção tem de ser imediata.
A declaração surge na sequência do caso que envolve Gianluca Prestianni, do Benfica, e Vinícius Júnior, do Real Madrid, num jogo em que o árbitro ativou o protocolo antirracismo após queixa do internacional brasileiro. A UEFA abriu um processo disciplinar, e aplicou uma suspensão provisória de um jogo ao atleta encarnado, enquanto decorre a investigação.
A proposta de Infantino, no entanto, promete dividir. Por um lado, reforça o combate ao racismo com um sinal forte em pleno relvado. Por outro, levanta questões óbvias sobre prova, intenção e presunção de inocência, sobretudo quando não existe registo áudio, e o caso acaba reduzido à palavra de um contra o outro.
O tema ganhou ainda mais força num fim de semana em que o protocolo antirracismo voltou a ser acionado na LaLiga, no Elche-Espanhol, após uma alegada ofensa racial.
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