Revista Colorada
·19 de abril de 2026
Inter vai parar na lista de caloteiros feita por rival e enviada para CBF

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·19 de abril de 2026

O Corinthians entrou com uma ação na Câmara Nacional de Resolução de Disputas (CNRD), órgão da CBF, para cobrar dívidas e pendências financeiras acumuladas nos últimos anos. Os casos envolvem negociações com ex-jogadores, empresários e também outros clubes.
Segundo apuração da Central do Timão durante a semana, o clube acionou 11 equipes: Cruzeiro, Atlético-MG, Internacional, Grêmio, Coritiba, Vasco, Botafogo, Ponte Preta, Santa Cruz, Sport e Bahia. De acordo com o jornalista Henrique Vigliotti, a medida tem como objetivo cobrar valores relacionados a transferências de atletas realizadas recentemente.
As pendências dizem respeito justamente a essas negociações entre o Corinthians e os clubes citados, envolvendo parcelas em atraso ou acordos não cumpridos. Vale lembrar que o próprio Corinthians já enfrentou situação semelhante.
No ano passado, o clube foi acionado na CNRD e acabou punido por conta de uma dívida referente à contratação do volante Raniele, junto ao Cuiabá. Na ocasião, o Timão sofreu restrições para registrar novos jogadores, já que havia atraso no pagamento de parcelas do negócio fechado no início da temporada de 2024.

Créditos: Ricardo Duarte/Internacional
O Inter acionou a Justiça recentemente contra a Alfa após rescindir o contrato de patrocínio máster, encerrado em janeiro por falta de pagamento. A medida já teve um efeito concreto: o bloqueio de valores da empresa, que poderão ser usados para reduzir parte da dívida com o clube.
Antes do rompimento, a Alfa deixou de quitar três meses de repasses, além da multa prevista em contrato. No total, os valores envolvidos giram em torno de R$ 50 milhões. Mesmo com a quantia elevada, o clube não conta com o recebimento integral. A estratégia jurídica é assegurar prioridade no acesso a possíveis recursos da empresa, considerando o cenário de inadimplência também com outros parceiros.
A postura do Inter difere da adotada pelo Grêmio, que também tinha vínculo com a Alfa e optou por um acordo para receber R$ 12 milhões, divididos em 12 parcelas de R$ 1 milhão. Nos bastidores, o Inter descarta seguir esse modelo sem garantias sólidas de pagamento. A avaliação é de que, diante do histórico recente da empresa, um parcelamento sem respaldo jurídico aumentaria o risco de novos atrasos ou até de calote.
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