Deus me Dibre
·26 de febrero de 2026
Lucas Gonçalves critica arbitragem após derrota do Atlético para o Grêmio e explica mudanças na equipe

In partnership with
Yahoo sportsDeus me Dibre
·26 de febrero de 2026

Após a derrota por 2 a 1 para o Grêmio, em Porto Alegre, pela quarta rodada do Campeonato Brasileiro, o auxiliar fixo do Atlético, Lucas Gonçalves, concedeu entrevista coletiva e analisou o desempenho da equipe. No comando interino desde a saída de Jorge Sampaoli, o profissional criticou os critérios da arbitragem e explicou as mudanças promovidas no time.
Logo no início da coletiva, Lucas deixou claro que a expulsão do lateral Natanael, aos 15 minutos do primeiro tempo, foi determinante para o rumo do confronto.
Aos 15 minutos, teve o lance da expulsão e condiciona totalmente o decorrer da partida. Viemos para o jogo com um bom plano, acreditando que poderíamos conquistar um bom resultado aqui. Mas quando você tem um jogador a menos com 15 minutos, sua estratégia tem que ser totalmente modificada, é muito difícil jogar com um jogador a menos.
Com um a menos durante praticamente toda a partida, o Atlético precisou se reorganizar taticamente, baixar suas linhas e apostar em transições rápidas, conseguindo inclusive o empate na segunda etapa antes de sofrer o gol decisivo.
O auxiliar também questionou os critérios adotados pela arbitragem, principalmente em lances envolvendo Natanael e Vitor Hugo.
Sobre o lance da expulsão, eu nem vou entrar no mérito se o Natanael deveria ou não ser expulso. É uma questão de interpretação, o VAR chamou. Mas alguns minutos antes o Natanael sofreu uma entrada e o VAR não chamou para o árbitro interpretar. Se no lance que o Natanael foi expulso ele alegou que houve força excessiva, na entrada que o Natanael sofreu, ele deveria utilizar do mesmo critério.
Lucas ainda citou um lance no fim da partida, envolvendo Vitor Hugo: “Já no final do jogo o Vitor Hugo, em uma disputa, o jogador do Grêmio abriu o cotovelo e o Vitor está tomando pontos no supercílio, em um corte enorme. O VAR, mais uma vez, não chamou. A minha crítica é que foram utilizados critérios diferentes”.
Outro ponto abordado foi a entrada de jogadores que não vinham sendo utilizados, como Cissé, Minda e Reinier. Segundo Lucas, a escolha foi baseada nas características exigidas pelo contexto da partida: “No jogo contra o América, se pedia uma característica de jogador, sem mexer muito na estrutura do time. No jogo de hoje, em outro contexto, jogadores com outras características, como o Minda, que tem velocidade para o contra-ataque”.
Sobre Reinier, que entrou no lugar de Hulk, e Cissé, que substitui Scarpa no intervalo, o auxiliar detalhou:
Precisávamos ter um jogador mais móvel no lugar do Hulk, já que estávamos longe do gol. O Reinier tem velocidade, consegue segurar a bola e conduz bem, para tirar o time lá de trás. É um volante com um poder de marcação muito forte. Ele consegue pressionar o jogador da bola o tempo todo.
Lucas Gonçalves não deve seguir à frente da equipe nas próximas partidas. O novo treinador atleticano, o argentino Eduardo Domínguez, comanda seu primeiro treino na Cidade do Galo nesta quinta-feira (26) e assumirá oficialmente o comando da equipe.
O Atlético agora vira a chave e foca na decisão do Campeonato Mineiro. No próximo domingo (01), a equipe decide a vaga na final contra o América, no Independência, às 18h00.
Pelo Campeonato Brasileiro, o próximo compromisso será no dia 11 de março, quando o Galo recebe o Internacional, na Arena MRV, às 19h00, buscando recuperação na competição nacional.
En vivo


En vivo


En vivo


En vivo


En vivo


En vivo


En vivo


En vivo


En vivo


En vivo


En vivo


En vivo


En vivo

















