Zerozero
·5 de mayo de 2026
Lutar por um grande título? Quando podes lutar por dois?

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·5 de mayo de 2026

Depois de um empate a uma bola no Riyhad Air Metropolitano, o Arsenal carimbou o acesso à final da Liga dos Campeões, após uma vitória caseira diante do Atlético de Madrid (1-0).
Embora a luta pelo título inglês esteja cada vez mais acessa, os gunners não tiraram o pé do acelerador na prova milionária, marcando, assim, presença no derradeiro encontro - algo que escapava ao conjunto londrino há 20 anos.
'Por terra e mar', era esta a mensagem da enorme tarja apresentada no recinto, numa clara alusão ao sonho de uma conquista inédita.
O ambiente era frenético no Emirates Stadium, mesmo antes das duas equipas entrarem em campo. O público presente em Londres fazia-se ouvir e acabaria mesmo por ser o 12.º jogador dos gunners ao longo de todo o compromisso.
Movido pela força dos adeptos, a equipa inglesa entrou atrevida, assumindo, sem medo, as rédeas do jogo. Todavia, as constantes aproximações não eram revertidas em ocasiões claras, fruto da solidez defensiva dos colchoneros.
A ideologia implementada por Diego Simeone era simples e clara: transições rápidas, poucos toques e movimentos verticais, explorando eventuais erros adversários. Contudo, os pupilos de Arteta foram exímios a bloquear os espaços.
Numa primeira pautada pela escassez de oportunidades, eis que Bukayo Saka apareceu para quebrar o enguiço. Viktor Gyökeres deu início à jogada, com uma bela movimentação nas costas da defesa. Posteriormente a bola chegou aos pés de Leandro Troussard, que não hesitou em procurar a baliza. Jan Oblak evitou o tento na tentativa inicial, mas nada conseguiu fazer para evitar a recarga do camisola ‘7’.
Diego Simeone mostrava-se apreensivo no banco de suplentes e, após o descanso, obrigou a equipa a subir linhas. Logo aos 46’, Giuliano Simeone aproveitou um mau atraso de Gabriel Magalhães para instaurar o pânico. Porém, o central brasileiro redimiu-se da grave falha com um corte exemplar.
Apesar da notória mudança de postura, a formação da casa continuou a ser a mais esclarecida. Gyökeres trabalhou muito em prol do coletivo e, como tal, foi recompensado com uma ocasião soberana: o ponta de lança nórdico recebeu um cruzamento milimétrico de Hincapié, mas, solto de marcação, não teve a frieza necessária.
O Atlético de Madrid, sem ideias patentes, não atirou a toalha ao chão. Todavia, o esforço não se materializou em situações de perigo iminente. Desta forma, o emblema espanhol disse ‘adeus’ à competição, já o Arsenal segue para a final da prova, em Budapeste.

Onze do Arsenal:
David Raya, Ben White, William Saliba, Gabriel Magalhães, Riccardo Calafiori, Declan Rice, Myles Lewis-Skelly, Bukayo Saka, Eberechi Eze, Leandro Trossard, Viktor Gyökeres

Onze do Atlético de Madrid:
Jan Oblak, Marc Pubill, Robin Le Normand, David Hancko, Matteo Ruggeri, Giuliano Simeone, Marcos Llorente, Koke, Ademola Lookman, Julián Álvarez, Antoine Griezmann

Atlético de Madrid e Arsenal procuram carimbar, esta terça-feira, o acesso à final da Liga dos Campeões 2025/26. Na primeira mão, no Riyadh Air Metropolitano, prevaleceu o empate a uma bola, com Viktor Gyökeres e Julian Álvarez a serem os autores dos golos.
1':

Começou a partida em Londres!
36':

Equipa de Arteta mais inconformada e atrevida, assumindo as rédeas do jogo em busca de um espaço par avisar o alvo adversário. Os colchoneros apostam numa identidade mais matreira, esperando pela janela de oportunidade certa para criar aflição à defensiva contrária.
45':

GOLO Arsenal! Bukayo Saka marca
Bukayo Saka marca o seu 3º golo na prova (10 jogos) Bukayo Saka marcou o seu 81º golo na equipa (309 jogos)
Viktor Gyokeres ganha na profundidade e opta por temporizar a jogada. Posteriormente, o avançado nórdico encontra Leandro Troussard, dentro da área. O avançado belga obriga Jan Oblak a uma grande defesa, porém, na recarga, Saka atirou a contar.
46':

Atlético de Madrid: Giuliano Simeone
ultrapassa Raya, mas Gabriel Magalhães veste a capa de herói. Corrigiu o erro que deu origem ao perigo - um atraso de cabeça que ficou curto
66':

Arsenal: Viktor Gyökeres
tinha tudo para fazer o tento, mas não conseguiu dar a melhor sequência ao belo cruzamento de Hincapié. Podia fazer bem melhor?
90 +6':

O árbitro apita para o final da partida







































