Central do Timão
·25 de marzo de 2026
Marquinhos afirma prioridade ao Corinthians em possível retorno ao Brasil: “clube do meu coração”

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O zagueiro Marquinhos, atualmente no Paris Saint-Germain, da França, e presença constante na Seleção Brasileira, comentou sobre a chance de um dia retornar ao Corinthians, clube onde iniciou sua trajetória. Revelado no Terrão, o defensor de 31 anos afirmou ter o desejo de voltar ao Parque São Jorge, mas destacou que pretende fazê-lo em boas condições físicas e técnicas.
“Eu tenho mais dois anos de contrato com o PSG e depois vamos ver. Se eu for voltar um dia para o Brasil, eu quero voltar bem. E, no Brasil, é muita pressão, principalmente, no time que eu gostaria de voltar, que é o Corinthians. É o clube do meu coração, criado desde menino no Parque São Jorge. Mas não dá para voltar caindo aos pedaços”, comentou em entrevista ao canal do UOL.

Foto: Rafael Ribeiro/CBF
Marquinhos deixou o Corinthians ainda jovem, aos 19 anos, quando foi negociado em definitivo com a Roma, da Itália, por cerca de 6 milhões de euros. Após um curto período no clube italiano, inicialmente por empréstimo, o zagueiro foi adquirido pelo PSG em 2013, equipe que defende até hoje.
Mesmo com a longa trajetória na Europa, o defensor reforçou o carinho pelo clube paulista e não escondeu a prioridade em um eventual retorno ao futebol brasileiro. “Se um dia eu voltar ao Brasil, com certeza o Corinthians vai ser uma prioridade. É o clube que me abriu as portas, onde tudo começou. Tenho um carinho enorme e gostaria muito de vestir essa camisa novamente”, reiterou o zagueiro, que tem contrato até junho de 2028.
Durante sua breve passagem pelo elenco profissional do Timão, o jogador viveu um episódio inusitado na conquista da Libertadores de 2012. Na campanha do título, Marquinhos utilizou a camisa 10, originalmente destinada a Adriano Imperador. Com a saída do atacante, o número foi herdado pelo jovem defensor, conforme as regras da Conmebol.
“É verdade. Na Libertadores, os números são fixos de 1 a 25, e o Adriano foi inscrito com a 10. E, quando rescindiram com ele, abriu a vaga, e eu fui o escolhido. Eu não poderia trocar a camisa e tive que pegar a que estava disponível. Assim, acabei sendo a 10 da Libertadores, na primeira do Corinthians, e sem jogar. É representativo. Um menino que vinha da base e ganhar com o número 10 é uma história que levo comigo”, relembrou.
Apesar do destaque nas categorias de base — com convocações frequentes para seleções de base e o título da Copinha em 2012 —, Marquinhos teve poucas oportunidades no time principal, somando 15 partidas. Na época, o técnico Tite preferia sua permanência, mas a proposta da Roma acabou sendo determinante para a transferência.
“Ele (Tite) queria que eu ficasse. Acabou pintando a oportunidade, à época a proposta era muito boa e o treinador da Roma me disse que esperaria até o último dia do mercado. O Corinthians nunca me desfez. Acabaram acontecendo algumas coisas de mercado e fui vendido. A princípio foi empréstimo, mas comecei a jogar rápido, (Leandro) Castán tinha acabado de chegar também, e deu tudo certo”, concluiu.
Ao longo de mais de uma década no futebol francês, Marquinhos construiu uma carreira vitoriosa. Em 12 anos de PSG, acumulou 38 títulos e 515 partidas, tornando-se o jogador com mais jogos na história do clube. Pela Seleção Brasileira, também soma conquistas importantes, como a Copa América de 2019 e a medalha de ouro olímpica em 2016, além de 103 partidas disputadas.
O defensor deve estar em campo na próxima quinta-feira, quando o Brasil enfrenta a França em amistoso internacional, marcado para as 17h (horário de Brasília), em Boston, nos Estados Unidos. Na convocação, ele terá ao lado o goleiro Hugo Souza, representante do Corinthians na lista elaborada por Carlo Ancelotti.
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