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·13 de febrero de 2026

“Não fomos quem queríamos ser”: Anselmi veta saídas e cobra identidade no Botafogo

Imagen del artículo:“Não fomos quem queríamos ser”: Anselmi veta saídas e cobra identidade no Botafogo

A derrota de 1 a 0 para o Fluminense gerou reações fortes no Botafogo nesta quinta-feira (12). O técnico Martín Anselmi usou a entrevista coletiva no Maracanã para enviar recados duros à diretoria e ao elenco. Sobretudo, o treinador argentino exigiu a manutenção das peças atuais e vetou novas negociações de saída. Ele reconhece sua posição hierárquica, mas marcou território sobre a necessidade de manter o grupo forte.

Anselmi foi direto ao ponto sobre o planejamento e a montagem do elenco para a sequência da temporada:


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“O Botafogo não pode perder mais nenhum jogador. É simples. Vocês estão vendo o que está acontecendo. Não sou o dono do clube, não decido essas coisas, mas em meu ponto de vista, o Botafogo não pode vender mais ninguém”.

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Artur e Acosta disputam a bola no clássico desta quinta-feira – Foto: Vitor Silva/Botafogo

Anselmi demonstra insatisfação com time do Botafogo

Além disso, o comandante alvinegro demonstrou profunda insatisfação com a postura tática da equipe. Segundo ele, o time não replicou em campo a intensidade que a comissão técnica trabalha exaustivamente nos treinamentos. A falta de coragem para impor o jogo incomodou o técnico, que desabafou sobre a frustração com o desempenho real.

O treinador detalhou seu sentimento de decepção com a falta de representatividade do time em campo:

“Minha sensação hoje e minha emoção hoje é que, o que queríamos ser, não fomos dentro do campo. Não me importa o resultado. Claro que me importa o resultado, mas o que eu digo é que o que queremos fazer como equipe, independentemente de resultado, não foi isso que fomos”.

Por fim, Anselmi criticou o estilo defensivo passivo que a equipe adotou em alguns momentos. Ele destacou que o Botafogo até defendeu bem, mas fugiu de sua identidade propositiva e agressiva. O técnico quer um time que pressione o adversário e dite o ritmo, algo que não aconteceu no clássico.

Ele encerrou sua análise cobrando o retorno da identidade agressiva que marca seus trabalhos:

“Queremos ter uma identidade, essa identidade hoje não se reflete dentro de campo. Acho que é isso. A equipe defende bem, ok, mas eu não gosto de defender assim. Gosto de pressionar, de ter intensidade, hoje o Fluminense trabalhou bem a bola”.

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