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·26 de mayo de 2026
Nice facilita Moffi, mas Rennes complica continuidade de Fofana no FC Porto

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A temporada do FC Porto já terminou, o que leva a direção azul e branca a começar a planear a época de 2025/26. André Villas-Boas tem vários dossiês em aberto, tanto no capítulo dos regressos após empréstimo como em relação a possíveis saídas no próximo verão. Em resumo, há jogadores que vão voltar à invicta depois de terem sido cedidos, mas também casos inversos, como os de Moffi e Fofana.
Apesar disso, o presidente dos dragões já avançou com esse trabalho e o plantel conta já com dois nomes a menos. Um deles é Thiago Silva, que está de saída ao fim de apenas meio ano. O FC Porto anunciou que o defesa-central não vai renovar contrato e deixará de ser jogador dos azuis e brancos no próximo dia 30 de junho.
O experiente brasileiro participou em 14 jogos pelo FC Porto e, ao contrário do que pretendia, Thiago Silva não conseguiu garantir presença no Mundial2026.
Seguiu-se o fim da ligação entre o clube da invicta e Luuk de Jong, que também optou por não prolongar o vínculo por mais uma época. Depois de uma chegada inesperada ao Dragão, o avançado neerlandês teve pouca influência, somando apenas um golo em sete jogos, algo que se explica por uma lesão grave que o afastou da equipa desde novembro de 2025.
O FC Porto verá Terem Moffi e Seko Fofana terminarem os respetivos contratos, embora a intenção do clube fosse mantê-los na invicta. Os dois casos são distintos e podem não ser fáceis de resolver.
No caso de Moffi, o empréstimo termina no final da época e o avançado deveria regressar ao Nice. Contudo, o vice-presidente do clube já indicou que o jogador não voltará a atuar pelos franceses, o que pode abrir espaço para um negócio favorável aos dragões. As duas partes incluíram uma cláusula de opção de compra fixada em oito milhões de euros. Os azuis e brancos querem investir menos do que esse valor e há margem para que consigam fechar o negócio.
Francesco Farioli já se pronunciou sobre o tema e confirmou que o FC Porto tem uma “opção de compra de oito milhões de euros”. “Estamos mais do que felizes em ouvir as novas”, referiu o técnico italiano. Ainda assim, o FC Porto estará disposto a apresentar uma proposta inferior à cláusula e, tendo em conta a vontade do Nice em ‘livrar-se’ do jogador, é possível que Villas-Boas assegure um bom negócio.
Quanto a Fofana, o cenário é diferente, uma vez que o Rennes, clube que emprestou o médio ao FC Porto, não deverá abdicar do jogador sem uma compensação financeira relevante. Fofana tem contrato com a equipa francesa por mais três épocas e aufere um salário de quase seis milhões de euros brutos por ano.
Trata-se de um valor elevado face ao investimento que o FC Porto estará disposto a fazer, ainda que exista vontade de manter o costa-marfinense na equipa azul e branca. Por isso, os portistas podem encontrar dificuldades em garantir a continuidade de Fofana no Dragão.







































