O reforço que virou otimismo, o fair play do Pezzolano, a mudança com Borré e o novo ganês no Beira-Rio | OneFootball

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JB Filho Repórter

·30 de enero de 2026

O reforço que virou otimismo, o fair play do Pezzolano, a mudança com Borré e o novo ganês no Beira-Rio

Imagen del artículo:O reforço que virou otimismo, o fair play do Pezzolano, a mudança com Borré e o novo ganês no Beira-Rio
  • O Internacional segue ativo no mercado, mas nem todas as negociações que circulam publicamente refletem, de fato, o que está acontecendo nos bastidores do Beira-Rio. A principal atualização envolve o nome de Derik Lacerda, atacante do Cuiabá, que não deve ser jogador do Inter.
  • Apesar de informações divulgadas em diferentes veículos dando conta de um negócio praticamente fechado, a versão que chega da alta cúpula colorada é outra. Dirigentes ouvidos após o último jogo no Beira-Rio afirmam que o Cuiabá forçou a narrativa da negociação, principalmente porque o jogador não deve permanecer no clube mato-grossense. O valor pedido gira em torno de 2 milhões de euros, com exigência de grande parte à vista — formato que o Inter não aceita. A direção confirma que analisou o nome, mas considera a operação inviável nos moldes apresentados.
  • Se por um lado Derik Lacerda está fora do radar, por outro há otimismo cauteloso em relação a Alerrandro, centroavante do CSKA. A negociação, no entanto, apresenta entraves relevantes. O principal deles é a tentativa do clube europeu de impor uma cláusula de compra obrigatória caso o jogador atinja um determinado número de partidas, algo em torno de 60%. Nesse cenário, o valor da compra ultrapassaria os 5 milhões de euros, podendo ser ainda maior.
  • O Inter trabalha para derrubar essa obrigação, mas existe um segundo obstáculo que não foi detalhado publicamente para não alertar concorrentes. Além disso, a janela europeia ainda aberta aparece como fator decisivo. Até o fechamento do mercado no Leste Europeu, Alejandro pode receber propostas de outros clubes do continente, o que faz o Inter aguardar com atenção. Caso nenhuma oferta avance, cresce a chance de o jogador desembarcar em Porto Alegre.
  • Todo esse movimento acontece dentro de um contexto financeiro mais rígido. O técnico Paulo Pezzolano voltou a citar publicamente o fair play financeiro, que passa a valer plenamente a partir da temporada de 2026. Internamente, o clube garante estar enquadrado nas exigências da CBF, que envolvem controle de dívidas em atraso, equilíbrio entre receitas e despesas, limite de gastos com o elenco (até 70%) e controle do endividamento de curto prazo, que não pode ultrapassar 45%.
  • A avaliação interna é de que o Inter está organizado e dentro das metas, evitando sanções que podem ir de advertências e multas até retenção de receitas — e, em último caso, punições esportivas mais severas.
  • Outro tema que voltou ao noticiário foi Rafael Borré. A imprensa argentina chegou a noticiar o interesse do River Plate, mas o próprio mercado já trata o negócio como praticamente inviável. O alto salário do atacante e o valor exigido pelo Inter, na casa dos 6 milhões de dólares, tornam a operação improvável. Oficialmente, o Inter afirma não ter sido procurado, embora reconheça conversas de bastidor.
  • Dentro de campo, Pezzolano fez uma leitura clara após a última partida: o problema do time não foi individual, mas coletivo. O treinador ficou incomodado com a pouca presença de jogadores na área e cobrou mais agressividade ofensiva, especialmente dos extremos e dos homens de meio. A avaliação é de que o sistema funciona, mas precisa de mais ocupação ofensiva.
  • Por fim, um nome que pode ganhar espaço nas próximas partidas é o do ganês Denis Marfo, de 19 anos. O jogador, que atua como volante e também pode fazer a zaga, está retornando de lesão e volta a ficar à disposição de Pezzolano. Emprestado ao Inter, Marfo tem opção de compra fixada em R$ 3 milhões por 50% dos direitos, é capitão da seleção sub-20 de Gana e vinha sendo bem avaliado antes do problema físico.
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