Esporte News Mundo
·3 de febrero de 2026
Palmeiras bate recorde de faturamento em 2025; veja valores

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·3 de febrero de 2026

O Palmeiras arrecadou, até novembro, R$ 1.616.265.000, somando receitas operacionais líquidas e financeiras.
O número já supera com ampla margem a maior arrecadação anual da história do clube, que havia sido registrada em 2024, com cerca de R$ 1,3 bilhão.
Desse montante, R$ 1,46 bilhão corresponde à receita operacional, enquanto cerca de R$ 151 milhões vieram de receitas financeiras, impulsionadas principalmente por juros de aplicações e variação cambial.
O recorde de receitas do ano já havia sido quebrado em setembro, quando o clube ultrapassou a marca de R$ 1,4 bilhão.
Com os números de novembro, o Palmeiras ampliou ainda mais essa marca e projeta fechar 2025 com arrecadação próxima dos R$ 2 bilhões, dependendo do desempenho financeiro registrado em dezembro.
Apesar de fechar o mês de novembro com déficit de R$ 13,4 milhões, o clube alviverde atingiu patamares inéditos de arrecadação e encerrou o período com números muito acima do que havia sido projetado no orçamento inicial da temporada.
De acordo com o balancete financeiro divulgado pelo clube e aprovado pelo Conselho de Orientação e Fiscalização (COF), o Verdão arrecadou R$ 97,8 milhões em novembro, enquanto as despesas no período somaram R$ 111,3 milhões.

Leila Pereira, presidente do Palmeiras (Foto: Fabio Menotti/Palmeiras)
Mesmo com o resultado negativo no mês, o déficit foi considerado positivo dentro do planejamento, já que a expectativa orçamentária era de um rombo ainda maior, estimado em R$ 25,3 milhões.
No acumulado de janeiro a novembro, o cenário é amplamente favorável ao Palmeiras, visto que o clube registrou um superávit de R$ 282,8 milhões, resultado que contrasta fortemente com a previsão inicial, que apontava para um déficit de R$ 41,6 milhões no mesmo período.
O valor é ligeiramente inferior ao registrado em outubro, mas ainda assim consolida um desempenho financeiro muito acima do esperado pela diretoria.
Somente no mês de novembro, as principais fontes de receita do clube foram as premiações esportivas, que renderam R$ 39,4 milhões.
Também tiveram peso relevante a publicidade e os patrocínios, com R$ 17,1 milhões, os direitos de transmissão, que somaram R$ 12 milhões, além da arrecadação com jogos (R$ 6,5 milhões), do programa de sócio-torcedor Avanti (R$ 6,4 milhões) e da arrecadação social (R$ 5,6 milhões).
Mesmo com receitas acima do previsto, o clube também gastou mais do que o orçado no período, o que ajudou a explicar o resultado negativo do mês.
O ano começou com um superávit expressivo em janeiro, de R$ 196 milhões, seguido por uma sequência de déficits entre fevereiro e maio. Em junho, o clube voltou a registrar saldo positivo, e em julho alcançou um dos melhores resultados do ano, com superávit de R$ 238 milhões. Nos meses seguintes, as contas voltaram a oscilar, até o déficit registrado em novembro.
O orçamento aprovado para 2025 previa uma arrecadação total de R$ 1,038 bilhão, com destaque para negociação de atletas (R$ 301,5 milhões), patrocínios e licenciamento (R$ 237,1 milhões) e direitos de transmissão (R$ 172,3 milhões). Os números efetivos, no entanto, superaram com folga essas projeções.










































