Palmeiras e USP firmam convênio para pesquisas sobre neurociência no esporte; veja detalhes | OneFootball

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·2 de julio de 2026

Palmeiras e USP firmam convênio para pesquisas sobre neurociência no esporte; veja detalhes

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Referência no Brasil em melhorias e estrutura para os atletas, o Palmeiras tem, desde o início de 2025, um espaço chamado Centro de Recovery e Neurociência, que visa otimizar as recuperações física e mental dos atletas por meio de diferentes atividades, técnicas e terapias, como neurociência, pilates e acupuntura.

Convênio Palmeiras e USP

O NOSSO PALESTRA apurou que o Verdão e a Escola de Educação Física e Esporte da Universidade de São Paulo (EEFEUSP) firmaram um convênio, nos últimos dias e com validade de 24 meses.


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A parceria tem por objetivo o desenvolvimento de pesquisas relacionadas às atividades da Neurociência do Esporte, bem como a capacitação profissional dos membros do Núcleo de Saúde e Performance do Palmeiras.

Soube o NP que o convênio é uma continuidade do trabalho já realizado no clube e a USP, com credibilidade reconhecida nacional e internacionalmente, irá auxiliar na melhoria dos processos já implementados no Verdão.

Importância da neurociência no esporte

Em 2025, na inauguração do Centro de Recovery e Neurociência, Daniel Gonçalves, coordenador de saúde e performance do Palmeiras, explicou os processos que eram realizados com os jogadores.

– No conceito de neuromodulação, o atleta consegue, por meio de suas atividades cerebrais, entender o seu comportamento em relação a pensamentos intrusivos que podem gerar negatividade e ansiedade. Isso, como consequência, pode ser regulável com pensamentos positivos e respiração. Esse pensamento holístico é potencializado pelo ambiente relaxante e o atleta passa a se entender melhor – afirmou

– Esses equipamentos são de última geração e auxiliam os atletas a desenvolver técnicas de autorregulação e autoconhecimento. O atleta atinge uma onda e isso é transferível para o jogo após, por exemplo, um erro. Nosso corpo tem hormônios e inúmeras outras manifestações químicas que contribuem com uma melhor concentração, qualidade muscular, atividade motora… Enfim, é um caminho muito amplo para ser seguido. A gente pensa que o futuro passará muito por essas questões da neurociência – completou

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