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·13 de marzo de 2026
“Plantaram batatas”, Auxiliar do Palmeiras dispara contra gramado no Rio de Janeiro

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·13 de marzo de 2026

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O que aconteceu: João Martins detonou o gramado de São Januário após a derrota do Palmeiras e disse que o campo virou um “pequeno batatal”.
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Impacto: A fala expôs a irritação do Palmeiras com o campo pesado e reacendeu o debate sobre gramado no futebol brasileiro.
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Próximo passo: O Verdão tenta virar a chave no domingo, contra o Mirassol, no retorno ao Allianz Parque.
O Palmeiras saiu derrotado por 2 a 1 para o Vasco em São Januário, mas o pós-jogo ganhou outro peso por causa da coletiva de João Martins. Substituindo Abel Ferreira, que cumpria suspensão, o auxiliar não escondeu a irritação com as condições do campo e disparou a frase que dominou a repercussão da noite: “No segundo tempo, começou a chover e virou um pequeno batatal”.
A declaração chamou atenção porque não veio em tom protocolar. Veio como desabafo claro de quem enxergou no gramado um fator decisivo para a queda de rendimento do Verdão depois do intervalo. E, quando a crítica vem com essa força, o debate deixa de ser só sobre derrota e passa a ser também sobre estrutura do jogo.
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O trecho mais forte da entrevista foi direto ao ponto. “Na televisão não dá para ver, mas por baixo do campo parece que plantaram batatas. O campo tem altos e baixos”, afirmou o auxiliar palmeirense. Na sequência, ainda completou: “Estamos em 2026 e algumas coisas não mudam”.
Essas aspas explicam por que a fala repercutiu tanto. Não foi uma observação técnica qualquer. Foi uma crítica aberta, com ironia e desconforto, feita logo depois de uma derrota de virada. Quando um membro da comissão do Palmeiras usa esse tom, a mensagem é de incômodo real com o cenário encontrado no Rio.
João Martins deixou claro que, para ele, o gramado pesado interferiu diretamente na partida. Ao comentar o segundo tempo, ele ligou a piora do campo à perda de lucidez e ao desgaste físico do time. “Falta de lucidez, e a parte física pesou muito”, resumiu.
Esse ponto ajuda a entender o discurso da comissão. O Palmeiras não atribuiu o tropeço apenas a erro tático ou mérito do adversário. A leitura apresentada foi a de um jogo condicionado por um campo irregular, chuva forte e um elenco que já chegou ao compromisso sentindo o peso da sequência recente.
Outro trecho que ampliou a repercussão foi quando João Martins soltou: “Mas tudo bem, isso é o que é, o futebol raiz”. A frase tem ironia evidente e reforça a ideia de que, na visão dele, certas condições de jogo ainda permanecem atrasadas para o nível que o futebol brasileiro deveria apresentar.
É justamente aí que o assunto cresce para além do Palmeiras. Quando um auxiliar de um dos times mais fortes do país aponta que “algumas coisas não mudam” em 2026, ele toca em uma discussão antiga do futebol nacional: a diferença entre o que os clubes pedem em estrutura e o que muitas vezes encontram em campo.
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João Martins não falou apenas do gramado. Ele também apontou o desgaste acumulado do elenco como parte importante do cenário. O auxiliar lembrou que o time não contou com quatro titulares — Vitor Roque, Maurício, Murilo e Piquerez — e sugeriu que o Vasco chegou em condição mais fresca para o jogo.
A frase mais curiosa veio justamente nessa comparação: “Eu estava a torcer pelo Vasco no Campeonato Carioca para que o Vasco tivesse menos dias, como nós”. A observação mostra o tamanho da preocupação interna do Palmeiras com a diferença de descanso entre os times.
No momento em que João Martins reclama de um gramado natural pesado, a fala também bate em um debate que está cada vez mais vivo: o confronto entre defensores do sintético e defensores do natural. Ele mesmo cutucou esse ponto ao dizer: “Num campo pesadíssimo, parece que jogaram ontem neste campo e vamos continuar a falar de sintéticos. Enquanto a CBF não tomar uma atitude…”.
Essa declaração tem peso porque conecta duas discussões que normalmente aparecem separadas. De um lado, a crítica ao estado do gramado em São Januário. Do outro, a cobrança por critérios mais claros da CBF sobre as superfícies de jogo no país.
A maneira como João Martins falou também ajuda a medir o tamanho do baque da derrota. O Palmeiras saiu na frente com Flaco López, mas sofreu a virada no segundo tempo e perdeu o embalo logo após o título paulista. Nesse contexto, a coletiva apareceu menos como explicação serena e mais como uma mistura de frustração, análise física e ataque às condições do jogo.
É por isso que a frase do “batatal” pegou tão forte. Ela não foi só imagem de efeito. Foi a tradução de uma noite em que o Verdão viu a vantagem escapar, perdeu a liderança e saiu do Rio com sensação de que jogou em um terreno que a comissão considera muito abaixo do ideal.
Ele afirmou que “no segundo tempo, começou a chover e virou um pequeno batatal” e também disse que “parece que plantaram batatas” por baixo do campo.
Ele apontou o gramado pesado como um dos fatores importantes para a queda de rendimento do time, junto com o desgaste físico e a falta de lucidez no segundo tempo.
Não. Quem concedeu a entrevista foi João Martins, já que Abel Ferreira estava suspenso.
Segundo João Martins, o time não contou com Vitor Roque, Maurício, Murilo e Piquerez.
O Verdão volta a campo no domingo contra o Mirassol, no Allianz Parque.
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