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·19 de febrero de 2026

Potência da Europa fica sem patrocínio milionário; entenda o caso

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A crise no Tottenham ganhou contornos ainda mais graves nesta semana. Além do desempenho ruim dentro de campo, o clube inglês também sofrerá um impacto financeiro importante ao fim da temporada.

Segundo o jornal The Telegraph, um patrocinador milionário — parceiro de longa data — decidiu encerrar o vínculo com os Spurs. A decisão teria sido motivada pela instabilidade institucional e pelos resultados considerados inaceitáveis na Premier League.


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Patrocínio encerrado e críticas à gestão

Entre os principais motivos apontados para o rompimento estão:

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  • Ausência de um planejamento claro para melhorar o desempenho doméstico
  • Dificuldade em atrair grandes reforços
  • Aumento de assentos vazios no estádio
  • Falta de comunicação da diretoria desde a saída do presidente executivo Daniel Levy

A situação esportiva agravou o cenário. Após terminar a temporada 2024/25 apenas na 17ª colocação da Premier League, o Tottenham voltou a decepcionar no ciclo seguinte.

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LONDON, ENGLAND – FEBRUARY 10: Radu Dragusin of Tottenham Hotspur passes the ball during the Premier League match between Tottenham Hotspur and Newcastle United at Tottenham Hotspur Stadium on February 10, 2026 in London, England. (Photo by Steve Bardens/Getty Images)

Declínio dentro de campo

Atualmente, os Spurs ocupam a 16ª posição na liga inglesa, apenas cinco pontos acima da zona de rebaixamento. O time não vence uma partida nacional desde o ano passado.

Em 2026, apesar de ter garantido vaga direta nas oitavas de final da UEFA Champions League, o retrospecto nas competições domésticas preocupa: são cinco derrotas e quatro empates em nove jogos.

O desempenho negativo culminou na demissão do técnico Thomas Frank, que permaneceu apenas oito meses no cargo. Mesmo com campanha competitiva no cenário continental, o treinador encerrou a passagem com 13 vitórias e 14 derrotas.

Nova tentativa para evitar o pior

Para tentar conter a crise, a diretoria anunciou a contratação de Igor Tudor, que teve passagem breve pela Juventus em 2025.

Tudor assume um elenco psicologicamente abalado e sob forte pressão externa. O cenário de instabilidade começou ainda na gestão de Ange Postecoglou, demitido na temporada passada mesmo após conquistar a UEFA Europa League, devido ao desempenho insatisfatório na liga inglesa.

Agora, o novo comandante terá a missão urgente de reorganizar o ambiente, recuperar a confiança do mercado e da torcida e, principalmente, evitar um rebaixamento que parecia impensável para um integrante do chamado “Big Six” há poucas temporadas.

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