Leonino
·14 de febrero de 2026
Práticas do Porto criticadas por pilar do Sporting: "Parece que estamos a voltar ao século passado"

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·14 de febrero de 2026

Rui Borges foi este sábado, dia 14 de fevereiro, questionado sobre as polémicas em torno do Porto - Sporting, da ronda 21 do campeonato, que terminou empatado (1-1). A questão do balneário, dos apanha-bolas e das toalhas do guarda-redes Rui Silva dominaram o debate.
"Enquanto treinador, vou ao que tenho dito. Acho que nós, e vocês também desse lado, devemos valorizar muito mais os jogadores, as equipas, o nosso jogo, o futebol. Independentemente de não ter sido um grande jogo na parte de golos... O jogo tem muitas nuances. Mas também concordo que não se deve relativizar algumas coisas que se passaram".
R. Borges: "Parece que estamos a voltar ao século passado"
O técnico criticou as práticas dos dragões: "Parece que estamos a voltar ao século passado e não. Estamos em 2026 e não se deve relativizar isso. Mas não vou entrar nessa luta. Estou muito mais focado em tentar valorizar o futebol em si, os jogadores de uma equipa e de outra. Estão grandes jogadores dentro de campo e temos de valorizar quem pratica o futebol e quem faz com que seja um desporto tão espetacular".
De seguida, fez uma análise ao encontro: "Duas grandes equipas, duas equipas bastante competentes. Algumas coisas que poderíamos ter feito de forma diferente. Mas depois de ver... Acho que fizemos um jogo bastante competente, jogámos contra a melhor defesa do campeonato. Penso que o mister Farioli disse isso no fim do jogo, mas meter 11 jogadores a defender a sua área... Penso que se referia ao Porto. E daí se nota ser a melhor defesa. Podíamos fazer mais? Podíamos, mas depois de ver as imagens podemos ver sempre as coisas de forma diferente. Mas jamais por falta de ambição".
Rui Borges reforçou ainda que jogou para ganhar: "Às vezes não conseguimos. Há duas equipas, 11 jogadores de cada lado, bons treinadores dos dois lados... Mas a ambição e a vontade de vencer é que nos levam a vencer a qualquer minuto. Isso demonstra bem o caráter e a personalidade da equipa. Queremos fazer melhor, mas se for sempre aos 90'+6 não há problema. Queremos é ganhar. Percebo a parte cardíaca da malta, a minha também, mas por isso é que o futebol é tão espetacular. As emoções que se criam à volta de um jogo são enormes e não é para todos aguentá-las. O espírito da equipa está bem vincado e eles são uns ambiciosos e uns campeões de nascença".


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