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·19 de julio de 2026
Prestianni e os três jovens que Marco Silva não pode dar por perdidos no Benfica

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O nome que mais saltou à vista foi Prestianni. O extremo argentino entrou e alterou o registo da equipa: acelerou a transição ofensiva, criou desequilíbrio e desenhou o passe que originou o golo de Pavlidis, precisamente o tipo de solução que faltava até então, já na segunda parte.
Aqui entra a leitura de fundo. Prestianni leva mais de duas épocas no clube sem se impor por completo, e são visíveis as suas hesitações na hora de decidir junto à baliza. Mas tem apenas 20 anos e características que o distinguem. A A Bola, na opinião assinada por João Caiado Guerreiro, sustenta que o jovem ainda pode ser muito útil, que fará falta a Marco Silva e que 20 milhões de euros, valor associado ao interesse do Trabzonspor e de outros clubes, podem ficar aquém do seu potencial. Nada disto é posição oficial do Benfica, que não confirmou qualquer intenção de venda. Vale a lembrança do caso Schjelderup, que passou de dispensável a certeza em poucos meses.
Segundo a mesma análise, há outros três casos a acompanhar: os laterais Banjaqui e José Neto, ambos de 18 anos, e o jovem Miguel Figueiredo. Os primeiros mostram qualidade e personalidade para chegar ao plantel principal, com José Neto capaz de disputar o lugar de Samuel Dahl e Banjaqui condicionado pela presença de Bah e Dedic. Já Figueiredo, ainda numa fase precoce, precisa de competir num contexto mais exigente do que a formação. Não são decisões urgentes, mas podem pesar no futuro próximo encarnado.







































