Portal dos Dragões
·11 de abril de 2026
Sem Samu, produção dos pontas-de-lança do FC Porto cai para valores muitos baixos

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Frustração. É o termo que melhor resume o estado de espírito revelado por Francesco Farioli no rescaldo do encontro com o Nottingham Forest, depois de o FC Porto ter somado o segundo empate seguido no Estádio do Dragão. O treinador italiano mostrou-se claramente desapontado, sobretudo com a fraca eficácia ofensiva da equipa, lembrando as “quatro ou cinco oportunidades” perdidas apenas na primeira parte: “Quando desperdiçámos muitas oportunidades, o instinto matador desaparece.” Farioli evitou criticar diretamente os avançados, mas a realidade é que o rendimento de Terem Moffi e Deniz Gül voltou a ficar aquém do esperado.
Jogo após jogo, a crise na frente de ataque vai-se tornando mais evidente e torna-se cada vez mais difícil esconder o desagrado vindo das bancadas. Nesta partida, já se ouviram assobios para Moffi, que falhou duas boas hipóteses para marcar, enquanto Gül também não conseguiu fazer melhor na única ocasião de que dispôs. E não se trata apenas de impressão. Os números mostram bem o que era o setor ofensivo dos dragões antes e depois da lesão de Samu. Com o espanhol em campo, a percentagem de contributo ofensivo da equipa estava nos 36,7%, com 25 golos marcados num total de 68 golos da equipa. Samu assinou 20 golos, Gül fez quatro e Luuk de Jong marcou um.
Desde que Samu se lesionou, esse registo caiu de forma acentuada para 10,5%. Em termos práticos, os pontas-de-lança passaram a representar apenas uma pequena fatia da produção coletiva. Dos 19 golos apontados pelos dragões desde então, apenas dois foram da responsabilidade dos homens da frente. Moffi marcou frente ao Arouca e no Estugarda, enquanto Deniz Gül ainda não voltou a faturar desde a lesão de Samu.
“Não podemos negar o facto de estarmos sem o Samu há mais de um mês e sem o Luuk [de Jong] quase toda a época. Se virmos os nossos adversários e imaginarmos o Benfica ou o Sporting sem os seus principais avançados, o Pavlidis ou o Suárez, claro que sentiriam falta de algo. Sentimos falta do Samu”, lembrou Farioli, na antevisão da receção ao Famalicão.










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