Leonino
·3 de febrero de 2026
Sporting definiu valor para a saída de Morten Hjulmand neste mercado

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·3 de febrero de 2026

A exclusão de Morten Hjulmand do encontro frente ao Nacional causou surpresa generalizada, e a explicação de motivos pessoais inicialmente avançada não dissipou as dúvidas, sobretudo com o mercado de transferências ainda em aberto. Não existiu qualquer proposta formal para a sua saída do Sporting, nem no domingo nem no dia seguinte, mas, antes do jogo com os madeirenses, os seus agentes transmitiram-lhe a existência de um alegado interesse, informação que acabou por influenciar o jogador e só ficou esclarecida quando percebeu que a situação lhe tinha sido comunicada de forma incorreta. Ainda assim, para uma transferência nesta janela de inverno, o valor exigido seria o da cláusula de rescisão, fixada nos 80 milhões de euros.
À margem da vitória frente ao Nacional por 2-1, o caso Hjulmand concentrou atenções, devido à ausência do capitão na jornada 20 na sequência de uma abordagem. Rui Borges explicou que a decisão de deixar 'o camisola 42' fora da convocatória teve como objetivo proteger o jogador e confirmou que este regressaria aos treinos na segunda-feira, o que acabou por se verificar.
O que chegou ao Sporting, através dos representantes do atleta, foi apenas uma sondagem sobre a eventual possibilidade de uma proposta na ordem dos 30 milhões de euros, alegadamente proveniente do Atlético de Madrid, cenário que a estrutura leonina garantiu não corresponder à realidade. A situação fez soar novamente os alertas em Alvalade, recordando o que aconteceu no verão, quando também através dos agentes surgiu uma abordagem da Juventus.
Esse episódio levou, na altura do encerramento do mercado estival, a uma conversa entre o jogador e o Presidente Frederico Varandas. Ficou então estabelecida a continuidade até ao final da temporada 2025/2026, período a partir do qual o Clube se mostrou disponível para ouvir propostas. Não foi, no entanto, assumido qualquer compromisso de venda nem definido um valor exato, apenas a abertura para negociações em montantes na ordem dos 50 milhões de euros.
Desta forma, neste mercado de inverno, a única via para uma eventual saída do médio passaria pelo pagamento integral da cláusula de rescisão de 80 milhões de euros inscrita no contrato, que serve de referência mesmo fora do período em que está ativa - no verão, vigora até 15 de junho.








































