Jogada10
·12 de junio de 2026
Textor cobra R$ 2 bilhões de presidente e ex-presidente do Botafogo

In partnership with
Yahoo sportsJogada10
·12 de junio de 2026

O ex-dono da SAF do Botafogo, John Textor, ampliou a ofensiva judicial contra a Eagle Bidco nos Estados Unidos. Em novos documentos anexados ao processo que tramita na Justiça da Flórida nesta sexta-feira (12/6), o empresário incluiu o presidente do clube, João Paulo Magalhães Lins, e o ex-presidente Carlos Augusto Montenegro como réus na ação.
O norte-americano, afinal, acusa ambos de interferência indevida em seus negócios e pede uma indenização superior a US$ 400 milhões (cerca de R$ 2 bilhões na cotação atual), além de danos punitivos, honorários advocatícios e custas processuais. As informações são do “ge”.

JP Magalhães (dir.) também é cobrado por John Textor – Foto: Vítor Silva/Botafogo
Dessa forma, a ação busca três objetivos principais: o reconhecimento da propriedade da SAF do Botafogo por parte de Textor, a anulação do acordo firmado com a Eagle Bidco e a condenação de João Paulo Magalhães e Montenegro ao pagamento de indenização.
Assim como já havia sustentado na ação apresentada na semana passada, Textor afirma que a Eagle nunca quitou os 24 milhões de dólares previstos no contrato de compra das ações da SAF, assinado em novembro de 2022. Na visão do empresário, afinal, a falta de pagamento impediu a conclusão da transferência societária. Isso, então, o manteria como proprietário de 90% das ações do Botafogo.
O processo também acusa João Paulo Magalhães e Montenegro de atuarem nos bastidores para afastá-lo do controle da SAF. Textor sustenta que houve interferência ilícita em seus direitos econômicos e societários. Ele também cita, entre outros pontos, reuniões envolvendo a GDA Luma Capital e Michele Kang, presidente do Lyon, das quais não participou.
Além do pedido de indenização bilionária, o empresário busca uma decisão judicial que reconheça sua permanência como dono de 90% da SAF alvinegra. Paralelamente, uma segunda ação relacionada ao mesmo tema segue em tramitação na Justiça do Rio de Janeiro.







































