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·9 de abril de 2026

“Vai acontecer mágica?”: Comentarista detona insistência em veteranos que não conseguem performar

Imagen del artículo:“Vai acontecer mágica?”: Comentarista detona insistência em veteranos que não conseguem performar

Foto: Pedro Souza

A ressaca da derrota histórica do Atlético para a Academia Puerto Cabello, na Venezuela, ainda mexe com os ânimos da massa atleticana. O resultado negativo na estreia da Copa Conmebol Sul-Americana não apenas acendeu o sinal de alerta, como também gerou uma enxurrada de críticas à gestão de elenco do técnico Eduardo Domínguez.


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No programa Alterosa Esporte desta quinta-feira (9/4), o comentarista Fael Lima não poupou palavras ao analisar o atual cenário do Maior de Minas.

A DECEPÇÃO ESTAMPADA NO ROSTO DO ‘BARBA’

Para Fael Lima, o semblante de Eduardo ‘Barba’ Domínguez durante a partida em Valencia era um poema de frustração. O comentarista destacou que o treinador argentino parece estar colhendo os frutos amargos de uma aposta arriscada: a crença de que jogadores consagrados recuperariam o brilho técnico apenas com a troca de comando.

“Dá para ver na cara do Barba a decepção dele com as peças que ele escolheu. Na apresentação dele, ele falou em resgatar os grandes nomes, mas infelizmente nossa decepção mora justamente nos grandes nomes. Pelas atuações individuais do Atlético, são os mesmos jogadores que estão nos decepcionando há algum tempo”, disparou Fael Lima.

HIERARQUIA Vs. RENDIMENTO:

O ponto central da crítica de Fael Lima reside na blindagem de certos atletas experientes em detrimento de jovens que demonstram maior vigor físico e potencial técnico. O comentarista questionou a “mágica” esperada pela comissão técnica para que veteranos voltem a render o esperado, enquanto promessas da base e reforços recentes acabam ficando em segundo plano.

Fael citou nominalmente o zagueiro Junior Alonso e o meia Bernard como exemplos de jogadores que, na sua visão, não conseguiram entregar o futebol que justifica a titularidade absoluta. Em contrapartida, ele apontou nomes como Cauã e Pascini como atletas de “potência enorme” que poderiam oferecer uma dinâmica diferente ao time.

CICLOS QUE NÃO SE RENOVAM:

A pergunta que ecoa na Cidade do Galo, segundo o comentarista, é até quando o currículo pesará mais do que a performance atual. “Você vai insistir no Alonso, que não deu certo de 2024 até hoje? O Bernard não conseguiu entregar. Agora vai acontecer uma mágica?”, ironizou Fael, sugerindo que a teimosia tática pode custar caro nas ambições do clube nesta temporada.

Com o Campeonato Brasileiro em curso e a pressão na Copa Conmebol Sul-Americana aumentando, o Atlético se vê diante de um espelho incômodo: ou renova sua postura e abre espaço para quem está melhor fisicamente, ou continuará refém de uma “mágica” que teima em não aparecer.

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