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·26 de febrero de 2026
Vasco Seabra e o jogo com o FC Porto: «O respeito não representa medo, mas sim vontade de competir»

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Na véspera da deslocação do FC Arouca ao Estádio do Dragão, para o duelo com o FC Porto, a contar para a 24.ª jornada da Liga Portugal Betclic, Vasco Seabra, treinador dos arouquenses, fez a antevisão ao jogo da 24.ª jornada da Liga Portugal Betclic.
Antevisão: «Sabemos que é um jogo muito difícil, na casa do primeiro classificado. Temos muito respeito, mas esse respeito não representa medo, representa vontade de competir. Os resultados positivos que temos vindo a ter mostram a vontade e a consistência da equipa. O trabalho diário mostra que a equipa tem crescido e a ficar mais madura dentro do jogo, para podermos ter um maior controlo e uma capacidade de enfrentar as adversidades de maneira mais forte. Leva-nos para uma confiança grande e vamos jogar com a identidade que nos caracteriza.»
Desafio: «O FC Porto é uma equipa que tem um jogo muito rígido, posicional, fechado e que tem movimentos muito padrão. É uma equipa que nos convida a saltar à pressão e, se nós não saltarmos, tem um jogo de profundidade muito forte, muito agressivo. Tem movimentos dos interiores muito fortes, bolas a entrar por fora com ruturas dos extremos e colocam jogadores a romper nas costas. Sabendo dessas coisas, tentamos competir nelas, tentamos que a nossa equipa seja capaz de ser compacta e que não conceda esses espaços.»
Ausências por lesão: «É importante reconhecer as baixas que temos. Não vamos fugir à questão, mas confiamos muito no grupo. Certamente que o Farioli também quererá saber as escolhas, mas prefiro que só saiba na hora do jogo. Temos alternativas e acreditamos que vão fazer um bom jogo.»
Momento menos bom do FC Porto: «O FC Porto não quer perder mais pontos. Há sempre o copo meio-cheio ou meio-vazio, temos de nos focar naquilo que o adversário faz e no qual é muito competente a fazer. É uma equipa muito bem treinada, que tem uma ideia de jogo muito vincada. Nós sabemos o que eles vão fazer e nisso eles são extremamente fortes. É uma equipa que tem um processo de jogo muito capaz, que concede muito pouco aos adversários- tem apenas sete golos sofridos.»
Regresso aos golos de Nandín: «Os pontas de lança normalmente ficam mais nervosos quando não marcam. Eles vivem de golos e vivem dessa expectativa também. O Barbero fez quatro golos nos últimos jogos, está num momento muito bom. O Dylan [Nandín] teve algumas lesões que o impediram de estar num momento de forma que nós reconhecemos. Marcar este golo tira-lhe a carga emocional que ele cria sobre ele.»









































