Jogada10
·8 de julio de 2026
Veja a média final de notas do Jogada10 para os jogadores do Brasil na Copa

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·8 de julio de 2026

Com a eliminação do Brasil após a derrota para a Noruega nas oitavas de final, o Jogada10 consolidou a média de notas dos jogadores na competição. Foram cinco jogos, com três vitórias, um empate e a derrota decisiva para a seleção de Haaland & Cia., no último dia 5, em Miami. Veja agora como o J10 analisou o comportamento de cada um a partir das notas nestes cinco jogos, publicadas logo após cada uma das partidas. Vale reforçar que este é um retrato das atuações apenas do J10, sempre feita por um jornalista experiente da equipe.
1 – Dos 26 convocados, quatro não foram a campo: os goleiros Ederson e Weverton e os zagueiros Léo Pereira e Bremer. Logo, ficaram sem nota.
2 – Apenas os jogadores com o mínimo de duas partidas com notas entram na lista final. Assim, quatro jogadores atuaram apenas uma partida e ainda assim sem 90 minutos: Ibáñez, Igor Thiago, Luiz Henrique e Alex Sandro.
3 – O Ederson Silva entrou em duas partidas. Mas uma delas foi sem nota. Assim, o Jogada10 também não o colocou na lista.
4 – A nota de saída para o jogador é 6,0. Isso significa que alguém com esta nota teve uma média minimamente aceitável (regular). Qualquer nota abaixo de 6,0 é considerada ruim e cada décimo para abaixo tem um efeito péssimo. Já cada décimo acima de 6,0 tem um efeito positivo. Um jogador que ultrapasse a média 6,5 pode considerar que fez um bom torneio. Uma média acima de 8,5 em 100% dos jogos é muito improvável para efeitos de média do Jogada10. O mesmo com a média 3,0.
As notas se basearam nas seguintes partidas
13/6 – Brasil 1×1 Marrocos 19/6 – Brasil 3xo Haiti 24/6- Brasil 3×0 Escócia 29/6- Brasil 2×1 Japão 05/7- Brasil 0x2 Noruega

Arte: Jogada10 / CBF sobre foto de Rafael Ribeiro / CBF
As ótimas atuações na fase de grupos alavancaram a sua média, que caiu a partir do jogo com o Japão e despencou diante da Noruega, quando recebeu 5,0. Ainda assim teve, disparado, a maior média geral da Seleção.
A mesma situação de Vini Jr. Primeira fase excelente, mas caiu a partir da segunda fase, não sustentando uma média alta.
Vinha com média altíssima, principalmente depois do jogo excelente contra o Japão (7,5). Mas a péssima performance (e um pênalti perdido) no jogo decisivo com a Noruega impactou demais. Ainda assim ficou no Top 3.

Arte: Jogada10 / CBF sobre foto de Rafael Ribeiro / CBF
Conseguiu se manter num patamar razoável, sustentando o status de grata surpresa, já que não comprometeu naquela que era considerada uma posição incógnita. Mas a verdade é que não fez grande diferença no apoio. Ainda assim, se salvou.
Teve a mesma média de Douglas Santos, mas jogando uma partida a menos, com uma regularidade menos constante, já que chegou a ter 7,5 (Japão) e 4,5 (Martinelli).
Desconsiderando o jogo com o Japão, no qual atuou poucos minutos e ficou sem nota, entrou em duas partidas e fechou com média 6,0. Mas, como foram apenas duas partidas efetivas com nota, fica abaixo de Martinelli e Douglas Santos.
Mantinha uma média acima de 6,9 até a eliminação para a Noruega. Pela constância na média dos cinco jogos, o capitão da Seleção fica à frente de Gabriel Magalhães.
A média em relação a Marquinhos é muito próxima. Porém, teve mais oscilações. Teve uma nota superior no jogo com a Escócia, quando apareceu bem como um zagueiro de apoio. Mas teve falhas mais relevantes na eliminação para a Noruega.

Casemiro teve, entre os titulares a pior média pelas Notas J10. Arte: Jogada10 / CBF sobre foto de Rafael Ribeiro / CBF
O mau jogo de estreia contra Marrocos o derrubou da média 6, que ele conseguiu manter a partir de então. Contra a Noruega, a sua nota 6,0 foi a maior do time.
10º – Paquetá – 5,62 (4 jogos)
Vale lembrar: uma nota 5,62 é ruim. Paquetá foi muito mal contra Marrocos e deixou a desejar ofensivamente no jogo com o Japão (4,5). Isso dinamitou a sua média, mesmo com os bons jogos contra Escócia e Haiti. Como se machucou contra o Japão, não atuou diante da Noruega.
Diferentemente de Paquetá, veio da reserva em alguns jogos e nem entrou na estreia. Manteve uma constância que acabou sendo ruim para ele. Teve uma nota alta no primeiro jogo (7,0 diante da Escócia), mas caiu a cada partida (4,5 contra a Noruega).
A péssima partida diante da Noruega deveria afundá-lo, mas os jogos na fase de grupos, quando arrumou a lateral direita, principalmente contra Marrocos (entrou no segundo tempo, em sua melhor atuação), acabaram minimizando a queda. Ainda assim termina com uma média fraca, que o coloca como um dos mais fracos entre os que atuaram em todas as partidas.
Dos titulares em todas as partidas, foi o que teve a pior média. Apesar de momentos decisivos aparecendo no ataque, como no jogo com o Japão (fez o gol de empate na virada por 2 a 1) e o pênalti que sofreu contra a Noruega, errou muito, foi lento e, mesmo nesses jogos, não atingiu uma nota razoável.
Não jogou na estreia, mas foi a opção ofensiva mais regular que saiu do banco nas rodadas seguintes. Não fez gol, mas deu dinâmica ao time. Contra a Noruega, ao perder um gol que poderia mudar o jogo, sumiu em campo e viu sua média despencar.
Quase não ficou na lista, já que suas duas aparições foram entrando no segundo tempo em dois jogos, mas passaram pelos critérios do portal. Uma atuação discreta contra a Escócia e um jogo apagado, mas fazendo um gol diante da Noruega. Pouca coisa e uma média ruim.
Provavelmente, dos jogadores que mais atuaram, um grande injustiçado, entrando quase sempre no fogo e, no caso do jogo com o Japão, atuando poucos minutos e sem nota. Não fez diferença quando entrou, o que foi uma surpresa pelo seu passado recente, que até o colocava como titular. Sua nota desabou ao ir mal quando entrou na etapa final da derrota para a Noruega e o time perdeu de vez o meio de campo.
Acaba sendo a grande frustração da Seleção. Afinal, chegou com status de craque do time ao lado de Vini e, diferentemente do outro atacante titular, que foi o Top 1, entra com a média geral mais baixa. Porém, pesou demais para isso o fato de não estar 100% no Mundial. Foi muito apagado na estreia e, contra o Haiti, saiu machucado no primeiro tempo e não voltou mais. Assim como Neymar, por pouco não entrou nesta média de notas. Mas, pelos critérios do portal, teve números mínimos.







































