Villas-Boas e Al-Khelaifi estiveram juntos, mas Diogo Costa (ainda) não entrou na conversa | OneFootball

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·1 de junio de 2026

Villas-Boas e Al-Khelaifi estiveram juntos, mas Diogo Costa (ainda) não entrou na conversa

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Diogo Costa continua seguro no FC Porto, pelo menos para já. Esta manhã, ainda na sequência da vitória do PSG sobre o Arsenal na final da Champions League, o L’Équipe divulgou as linhas gerais do plano do bicampeão europeu para o mercado de verão e o nome do guarda-redes dos dragões voltou a ser associado ao Parque dos Príncipes. Ainda assim, o jornal A BOLA refere que à SAD azul e branca não chegou qualquer contacto por parte do clube francês, pelo que, nesta fase, esse alegado interesse dos parisienses não passou do plano das hipóteses.

Acresce que os presidentes dos dois emblemas estiveram juntos anteontem, na final de Budapeste, mas, segundo as informações recolhidas pelo nosso jornal, o internacional português não esteve em cima da mesa na conversa entre André Villas-Boas e Nasser Al-Khelaifi.


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O facto de não ter havido uma abordagem concreta não significa, por outro lado, que Diogo Costa não esteja a ser seguido pelo PSG. Aos 26 anos, o dono da baliza portista e da Seleção Nacional é um dos melhores guarda-redes do mundo e, naturalmente, desperta a atenção de clubes do primeiro plano europeu.

Além disso, é expectável que haja mudanças no conjunto de guarda-redes às ordens de Luis Enrique. O russo Safonov é o actual titular, enquanto Lucas Chevalier, contratado no verão de 2025 ao Lille, pretende jogar com regularidade. O jovem internacional gaulês deverá discutir o futuro com o director desportivo Luís Campos, mas o L’Équipe sublinha também que uma eventual saída não será fácil de concretizar, já que Chevalier custou 40 milhões de euros há menos de um ano.

Mesmo que surjam alterações na baliza, não seria surpreendente que os parisienses voltassem a centrar atenções em Diogo, não só pelo estatuto do português, que lhe permitiria entrar de imediato nas opções iniciais do PSG, mas também pela qualidade que oferece na construção desde zonas recuadas, um atributo muito apreciado pelo treinador espanhol Luis Enrique. O FC Porto, por seu lado, não quer abdicar do seu capitão de equipa e a cláusula de rescisão de 60 milhões de euros dá alguma margem de negociação à SAD.

Do lado de Diogo Costa, o momento é de serenidade e concentração total. O camisola 99 dos dragões – que tem em mãos o desafio, lançado por Villas-Boas, de passar para o número 2, até agora de Jorge Costa – não está preocupado com o que possa acontecer no mercado numa fase tão precoce do defeso e prefere focar-se na participação portuguesa no Mundial dos Estados Unidos, México e Canadá.

Sem contratempos físicos, Diogo sabe que será o titular absoluto da baliza da Seleção Nacional, algo que também o poderá colocar numa rota de valorização ainda maior, tendo em conta a ambição que Portugal levará para as Américas.

Relativamente ao futuro no clube da sua formação, com o qual tem contrato até 2030, o guarda-redes mantém o compromisso com os dragões. Ainda assim, Diogo Costa tem também as suas ambições e um convite para representar um gigante do Velho Continente não ficará fora de equação. Por agora, porém, esse cenário não se coloca.

Chega mais tarde à pré-temporada

O arranque da época 2026/27 do FC Porto está agendado para 1 de julho, no CTFD Jorge Costa, e Diogo Costa será uma das ausências nesse início de pré-temporada, uma vez que deverá ainda estar em competição no Campeonato do Mundo. Para além do guarda-redes e capitão de equipa, os dragões só terão mais dois representantes no torneio: Stephen Eustáquio (Canadá), que já falou publicamente da intenção de regressar ao Dragão após o empréstimo ao Los Angeles FC, e Deniz Gul, cuja presença na lista final da Turquia continua por confirmar.

Regressando a Diogo, que hoje se junta à concentração da Seleção Nacional na Cidade do Futebol, o objectivo passa por chegar o mais longe possível no Mundial. Na pior das hipóteses, em caso de eliminação na fase de grupos, Portugal fará o último jogo na madrugada de 28 de junho e, mesmo nesse caso, o guarda-redes teria direito a um período suplementar de férias. Mas o que o dono da baliza das Quinas pretende é seguir em competição até mais tarde, de preferência até 19 de julho.

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