Leonino
·28 de marzo de 2026
Villas-Boas volta à carga com farpas a Suárez, Hjulmand e adiamento do Sporting - Tondela

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·28 de marzo de 2026

No editorial da mais recente edição da Revista Dragões, André Villas-Boas comentou a suspensão de um jogo aplicada a Luis Suárez pelo “gesto de roubo” frente ao Porto, na primeira mão das meias-finais da Taça de Portugal, além de abordar o arquivamento de processos disciplinares envolvendo o avançado colombiano e Morten Hjulmand.
O presidente portista referiu-se às decisões do Conselho de Disciplina da FPF, que arquivou as situações relacionadas com a alegada agressão de Luis Suárez a Jan Bednarek e de Hjulmand a Tiago Galletto, do AVS SAD. Segundo Villas-Boas, as equipas de arbitragem confirmaram ter observado os lances e considerado que não justificavam ação disciplinar.
"Nas outras frentes, decidiu o Conselho de Disciplina da FPF arquivar os casos relativos à alegada agressão de Luis Suárez a Bednarek e a de Hjulmand a Tiago Galletto, do AVS, após terem sido ouvidas as diferentes equipas de arbitragem sobre o tema em questão, que confirmaram ter visto os lances e que os mesmos não eram passíveis de ação disciplinar. Nada disto surpreende, como não surpreende a futura introdução do cartão branco nas Ligas Profissionais, à boleia de Luís Suárez, que, numa tentativa de obter novo penálti a favor do Sporting, rapidamente se arrependeu e pediu desculpas. Que pena Hjulmand não ter tido essa dignidade nos Açores. Não perderam tempo os cartilheiros ao serviço do manto verde a indignarem-se contra o melhor árbitro português, numa clara tentativa de amenizar os gestos de 'roubo' que o jogador dirigiu ao árbitro Cláudio Pereira, que saiu de Alvalade com rótulo de ladrão e com uma garrafa de vidro na cabeça, e que valeram ao jogador apenas um (!) jogo de suspensão, quase que convenientemente alinhado com o primeiro jogo pós-paragem de seleções", escreveu.
Villas-Boas abordou ainda o adiamento do Sporting - Tondela, considerando-o polémico e criticando o enquadramento da decisão. O dirigente portista classificou o caso como um dos episódios recentes que, na sua opinião, levantam dúvidas sobre a gestão do calendário.
"Noutro âmbito, mas na linha de acontecimentos que inadvertidamente parecem sempre beneficiar o clube do costume, o Porto solicitou à Liga esclarecimentos sobre o caso da remarcação do Sporting - Tondela, um dos mais recentes escândalos que abalam a Liga Portugal, após o Sporting e a Liga decidirem, unilateralmente e fora do âmbito da Comissão Permanente de Calendários e de marcação de jogos, adiar um jogo de forma inesperada e infundada, quebrando assim o regulamento das competições. Dessa forma, o jogo será disputado fora do seu tempo, fora da primeira data disponível (1 de abril) e em condições desportivas radicalmente diferentes da altura em que deveria ser disputado, com data marcada para 29 de abril, no pressuposto de que se cumpre o desejo da Liga de ver uma equipa portuguesa ser eliminada da Liga dos Campeões. Desengane-se quem pense que o adiamento foi regulamentar ao abrigo da lei das 72 horas. Lá veio a sonsice no apoio a tal mentira. Isto já não é só prevaricar com a verdade desportiva: é influir diretamente no desfecho final do campeonato, tanto na luta pelo pódio como na luta pela manutenção", vincou André Villas-Boas.
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