Vítor Pinto critica 'Lei Prestianni' e explica porquê; Caso no Benfica - Real ainda dá que falar | OneFootball

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·2 de marzo de 2026

Vítor Pinto critica 'Lei Prestianni' e explica porquê; Caso no Benfica - Real ainda dá que falar

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Após a IFAB, entidade responsável pelas regras do jogo, ter apresentado novas medidas que pretendem resolver e até mesmo prevenir situações como aquela relativa a Gianluca Prestianni e Vinícius Jr., Vítor Pinto estabeleceu o seu apontamento face ao sucedido.

"O objetivo desta nova medida não é o de impedir que colegas de equipas comuniquem com privacidade, ou que os treinadores não possam dar instruções com recato, mas sim evitar que as confrontações verbais entre adversários possam ir além do razoável sem o devido escrutínio", começou por escrever, no seu mais recente artigo de opinião, publicado no jornal Record.


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Em adição, Vítor Pinto referiu: "Aliás, não admito outro cenário que não seja o de o próprio Prestianni ser um fervoroso apoiante da "sua" lei. Se, como afirmou à UEFA e perante os seus companheiros, não proferiu qualquer insulto racista, então se alguma regra pré-existente o tivesse impedido de tapar a boca teria exposto aquilo que o Benfica alega serem as denúncias caluniosas de Vinícius Júnior e Mbappé. O que ilibaria de imediato o próprio jogador argentino da principal acusação que lhe foi formulada."

Ao sublinhar a presente posição do extremo argentino, o comentador fundamenta: "No atual cenário de desregulação, a própria defesa de Prestianni está condicionada pela inversão do ónus da prova e pelo facto de mesmo o principal argumento que está a ser esgrimido nos bastidores acabar por também ser penalizado no âmbito do Artigo 14 do Regulamento Disciplinar da UEFA, enquanto discriminatório da orientação sexual."

Não deixando de parte o polémico caso relativo ao Porto - Arouca, Vítor Pinto destaca: "Aos poucos, o âmbito da vídeo-arbitragem vai sendo alargado, e é isso que defendo. Um vídeo-árbitro intervencionista que, em lances críticos, não se sinta agrilhoado por formalidades. A polémica do Porto - Arouca é um claro exemplo de um contacto mal avaliado com peso no jogo e no campeonato, sem que o VAR sentisse legitimidade para intervir. Inadmissível e potencialmente deturpador da verdade desportiva.

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