Xavi Malián renova com o FC Porto: “Agora entendo por que motivo é que sempre quis jogar aqui” | OneFootball

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·10 de febrero de 2026

Xavi Malián renova com o FC Porto: “Agora entendo por que motivo é que sempre quis jogar aqui”

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O FC Porto confirmou esta terça-feira a extensão do vínculo contratual com Xavi Malián, guarda-redes da equipa de hóquei em patins que representa o clube há sete épocas. O guarda-redes catalão, de 36 anos, chegou à Invicta em 2019/20 e já conquistou “Taça Intercontinental, uma Taça Continental e outra Liga dos Campeões, troféus internacionais a que se juntam três Campeonatos Nacionais – dois deles consecutivos, nas últimas duas temporadas -, duas Taças de Portugal, uma Supertaça António Livramento e uma Elite Cup”.

“É um momento muito emocionante para mim, porque gosto muito de estar aqui. Gosto muito do FC Porto, das pessoas e poder continuar a desfrutar deste Clube é um prémio e um privilégio. Estou muito agradecido ao FC Porto e quero continuar a dar tudo pelo clube, como fiz até agora, por isso de certeza que vai correr tudo bem- Nunca imaginei que este clube pudesse ser a minha casa, mas a verdade é que, desde o primeiro dia, que se tornou numa casa para mim e para a minha família. Estamos muito contentes com as pessoas desta cidade e não podia pedir melhor. Foi a escolha perfeita e estou muito grato”, afirmou Malían ao site do clube.


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Identificação com o clube: “Os meus valores são muito semelhantes aos do FC Porto, desde a raça portista à vontade de dar tudo em campo. Identifico-me muito com o Clube e agora entendo por que motivo é que sempre quis jogar aqui.”

ADN azul e branco: “Há algo de especial no FC Porto e nas pessoas do Norte, acho que tem a ver com a paixão que todos sentem por este Clube. Lembro-me de ver pessoas a chorarem nas bancadas no meu primeiro jogo contra o Benfica e isso marcou-me muito. Eu também sou uma pessoa muito emotivo e isso fez-me apaixonar por este Clube tão especial.”

Ser do Porto: “Às vezes estou a andar na rua e cruzo-me com pessoas que me tentam transmitir a exigência deste Clube e que me obrigam a dar sempre o melhor por elas. Quando entramos em campo sabemos que há muita gente envolvida. Além disso, noto que as pessoas têm muito orgulho em ser do FC Porto, mas isso já não me surpreende, porque eu também tenho. Esse orgulho é uma coisa que nunca se pode perder e que só nós percebemos.”

O título mais especial: “Há muitos troféus especiais para mim no Museu, mas eu até gostava que fossem mais e espero que sejam. Todos os títulos que ganhei no FC Porto tiveram um sabor especial. Lembro-me de todos os campeonatos, especialmente daquele que ganhámos em casa contra o Benfica, num pavilhão cheio de adeptos com quem pudemos partilhar a nossa conquista. Senti uma alegria muito grande.”

O primeiro troféu: “Ainda não tinha noção da responsabilidade que é jogar neste grande Clube. Conhecia a história, mas não tinha noção. Quando disputei esse jogo e vi tantos adeptos nas bancadas, comecei a perceber o que era jogar no FC Porto. Com o tempo, este Clube tornou-se ainda mais especial e superou todas as minhas expectativas.”

Dragões de Ouro: “Quando me disseram que ia ganhar, achei que era uma brincadeira. Foi um orgulho enorme para mim, um reconhecimento pelo meu trabalho, mas, como disse na gala, qualquer um dos meus colegas poderia tê-lo recebido. Acharam que devia ser eu e fiquei muito grato. Cada vez que entro em campo, lembro-me desses Dragões de Ouro e sinto a responsabilidade de dar tudo em todos os jogos para retribuir o que o FC Porto me deu.”

Planos para o futuro: “Só com o passar dos anos é que conseguimos perceber se marcamos um Clube ou não. Eu sou muito ambicioso e quero sempre mais, por isso espero que os próximos anos sejam muito bonitos. Vou trabalhar para alcançar mais conquistas.”

Bicampeonato: “Foi muito bom. Já não éramos Bicampeões há muito tempo e isso demonstra a dificuldade de jogar na Liga Portuguesa. O nosso campeonato é muito bom, mas também é muito exigente. Nós tentamos ganhar todos os jogos, mas às vezes torna-se complicado. Temos de ser muito humildes para conseguirmos ser felizes e irmos em busca do Tricampeonato, que é o que todos queremos.”

Época exigente: “Foi uma temporada dura, passámos por momentos muito difíceis, sobretudo na segunda parte do Campeonato. Tivemos lesões e isso custou-nos muito, mas unimo-nos, lutámos e conseguimos. Quando os jogos acabam e és campeão, lembras-te dos momentos difíceis, da família, do trabalho, da dedicação e dos sacrifícios, mas tudo vale a pena quando conseguimos ser felizes e fazer os portistas felizes.”

Reacção às derrotas: “A última época foi muito exigente a nível psicológico, porque eu não sei perder e ainda tivemos algumas derrotas pesadas. Lembro-me de perdemos contra a Juventude Pacense e de sentir essa derrota como uma facada. Custou muito a passar, mas ajudou-me a perceber que temos de ser humildes, caso contrário vamos sempre sentir mais dificuldades.”

Sobre Leonardo Pais: “O Leo é uma pessoa espetacular. É um dos jogadores mais importantes da equipa e, ainda que às vezes não jogue tantos minutos ou apareça tanto nas redes sociais, ele tem um papel muito importante dentro do Clube. Estou muito grato por o ter como companheiro e ele sabe que pode contar comigo para o que precisar. O FC Porto tem um guarda-redes incrível, disponível para jogar a qualquer momento.”

Família e herança portista: “Os meus filhos são muito portistas, passam o dia a cantar músicas do FC Porto, gostam de vir aos jogos e eu gosto de ver a minha família na bancada. Partilhar esses momentos com eles é muito bom, eles merecem. Quando estamos mal é a nossa família que está lá para nós e é muito importante viver estes bons momentos com eles.”

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