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·18 février 2026

Apresentação completa do novo reforço Cauly no São Paulo

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Apresentação completa do novo reforço Cauly no São Paulo

Boa tarde a todos, vamos então dar início à entrevista coletiva e à apresentação do novo reforço São Pauli no meio campista Cauli, Rui Costa, nosso executivo de futebol, boa tarde, a palavra é sua. Boa tarde a todas e a todos, estou aqui uma vez mais para apresentar o quinto reforço do São Paulo e com muita alegria apresentar ao nosso torcedor o Cauli, mas eu pedi licença ao Filipe para falar algumas coisas importantes hoje aqui, antes de entregar o que é mais importante neste momento, que é a nossa camisa a ele. Foi uma negociação bastante complexa, uma negociação que exigiu do São Paulo e do Bahia uma engenharia financeira muito, muito de fato importante, pelo jogador que é, pelo que ele representa nesse mercado do futebol brasileiro hoje, é muito difícil achar um atleta com as características do Cauli, então eu queria fazer uma menção expressa aqui ao Cadu Santoro, que é o executivo do Bahia, porque ele foi muito competente na defesa dos interesses do seu clube, colocando uma série de gatilhos para que nós possamos ficar com o Cauli e colocá-lo em uma prateleira de valores que são compatíveis com o que ele representa para o futebol, mas também que respeitasse toda essa lógica que o São Paulo vem adotando no mercado, especialmente nas últimas janelas, são quase 19, 20 meses que a gente vem trabalhando dentro daquilo que orçamentariamente é possível, mas sem deixar de ser criativo, sem deixar de ser atuante no mercado.

Então eu queria citar aqui o Cadu, agradecer a ele e ao Bahia, que é um clube que nós temos uma excelente relação, por essa possibilidade de estar aqui hoje apresentando o Cauli. Nós respeitamos essa negociação, os mesmos conceitos que foram adotados por ocasião da negociação com o Nestor. No que diz respeito à possibilidade de utilização do atleta contra o clube sedente, foi assim com o Nestor, será assim também com o Cauli, e todo um processo que, na medida que o Cauli for tendo performance no São Paulo, terá um mecanismo que o protege para adquirir o jogador com valores estimulados e o Bahia terá a valorização do seu ativo.

Então eu queria fazer esse esclarecimento, porque eu acho que é importante diante dessa negociação. Então encerro por aqui, porque agora quem tem que falar é quem realmente importa, que é o Cauli, seja muito bem-vindo. Eu não te enganei, o ambiente aqui é extraordinário, os jogadores te receberam muito bem.

E eu tenho certeza que tu vai ter um caminho muito bonito e muito longo aqui no São Paulo. Muito obrigado. Cauli, como disse o Rui, chega emprestado pelo Bahia até o final desta temporada com cláusulas que permitem a permanência dele por mais tempo no São Paulo.

Ele que utilizará o número 80 no Tricolor. Obrigado. Rui, peço para que vocês se identifiquem por gentileza, para que o Cauli também possa conhecê-los antes de fazer as perguntas.

Tá bom, né? Cauli, boa tarde. Gabriel Sark, bancada Tricolor. Eu ia te perguntar a respeito da sua sensação em assinar com esse clube e um pouco da sua conversa, principalmente com o Michel e com o Nestor, que estão no Bahia, já jogaram no São Paulo.

Houve esse papo com eles? Como é que foi a orientação? Queria que você falasse um pouco disso também. Obrigado. Família que sempre me apoiou, que é o meu porto seguro.

Ainda não estão aqui presentes comigo, mas em breve. Estou muito feliz, muito ansioso para poder jogar logo, começar de verdade. Mas, como o Rui falou, um ambiente muito agradável, muito saudável.

Todos me receberam muito bem. Então, fico muito feliz de estar aqui e me sinto realizado. Cauli, tudo bem? Boa tarde.

Jovem Chacon, Jovem Pan. Você chega para ocupar um espaço que há muito tempo o torcedor pede, que o São Paulo vá atrás de um jogador, um meia, um cara que possa fazer o camisa 10. Mas, hoje, parece que o meio-campo de São Paulo está bem acertado.

Vai ser uma competição interessante a sua chegada. Como é que você vê esse desafio? O que você acredita do que você já conhece em São Paulo que você pode contribuir para esse elenco? Obrigado. Então, como você falou, eu venho acompanhando também os últimos jogos.

O São Paulo vem mostrando a qualidade que tem, os jogadores que têm. Estão super bem entrosados. E eu acho que o São Paulo ganha com isso também, com a minha chegada.

Como você falou, tem ali uma disputa saudável, que faz parte do futebol. E é isso. Eu venho para ajudar com as minhas características.

Vou me dedicar o máximo possível, entregar o meu máximo para poder agregar. E trazer coisas boas. Cauli, tudo bem? Kaique Silva, da TMC.

Nos últimos cinco jogos do time do Bahia, você ficou fora da lista de relacionados, até por conta também da negociação que já acontecia. Queria que você falasse como você se sente fisicamente para a estreia. Se dá para projetar, de repente, uma data da sua estreia aqui no São Paulo.

Boa tarde. Eu me sinto muito bem. Claro que depois que as conversas foram avançando, eu não fui mais relacionado para os jogos.

Treinei alguns dias também separado. Mas me sinto muito bem fisicamente. Aqui também já fiz uma parte de treino com a equipe.

Treinei também separado agora, nos últimos dias. Mas me sinto bem. Aí vai ser mais a decisão da comissão, do treinador.

Mas eu me sinto bem. Fiz a pré-temporada completa no Bahia. Fiz dois jogos também.

Então, me sinto bem e espero poder estar à disposição o mais rápido possível. Cauli aqui, Rodrigo Fragoso, TNT Sports. Cauli, na temporada retrasada, você teve 18 participações em gols.

Dividiu bem ali, nove gols e nove assistências. Dos 62 jogos que você disputou, 55 como titular. Era uma frequente vê-lo ali na lista dos 11 iniciais do Bahia.

Na temporada passada, isso mudou um pouquinho. Foram 63 jogos com 31 partidas sendo titular. Você foi perdendo um pouquinho mais de espaço.

Os seus números diminuíram um pouquinho também. Foram quatro gols, seis assistências. O que você acha que você precisa recuperar das temporadas passada e retrasada também? Porque na retrasada você teve números excelentes em 47 partidas.

Para, de fato, se tornar aquele cara novamente que consegue ser um titular absoluto da equipe. Desta vez, num clube novo. Desta vez, no São Paulo.

Obrigado. Então, como você falou, a última temporada, pessoalmente, esportivamente, não foi a minha melhor. Diferente das anteriores que eu tive uma minutagem bem mais alta.

Mas, assim, não vejo também como uma temporada totalmente negativa. Eu acho que eu tive bons momentos. Fui importante também em muitos jogos.

Mas, é fato que a minutagem baixou um pouco. No meu ponto de vista, teve a ver um pouco com o sistema tático que foi mudado um pouco. Não tinha ali mais essa posição do meia ofensivo.

E, como eu falei, mesmo assim, tiro muitos pontos positivos. Foi um ano de muito aprendizado. Tive também alguns números nesse último ano que melhorou.

Em parte defensiva, principalmente, que é algo também interessante. Mas, eu acho que é isso. Focar.

Estou muito feliz com a motivação lá em cima. E eu acho que quando a gente se sente assim, se sente bem, é onde a gente consegue performar da melhor forma possível. Cauli, boa tarde.

Alexandre Salvador, canal Arnaldo e Tironi. Você teve a minutagem menor na temporada passada, mas o Rogério até lamentou a sua saída nas últimas entrevistas. Mas, eu queria te perguntar sobre a sua formação.

Você, apesar de baiano, teve toda a sua formação no futebol alemão. Queria saber o que você acha que isso traz de vantagem, além da ética de trabalho, até que você falou no vídeo de apresentação. O que você acha que traz de vantagem dessa escola alemã para o time do São Paulo, para a forma como o São Paulo joga hoje? Obrigado.

Eu acho que tive essa experiência muito cedo, de ir para outro país, conhecer uma cultura nova. E, no futebol, eu cresci na Alemanha. Então, como você falou, é um país de muita disciplina, que eles são bem corretos.

E isso me ajudou muito. Eu cresci lá, cresci com essa ética de trabalho, de disciplina que eu mantenho até hoje, as minhas rotinas, fora do campo. E acho que me ajudou muito, taticamente, principalmente porque é uma escola muito boa.

Tecnicamente, também. Então, acho que isso vai me ajudar sempre ao longo da minha carreira. Tive essa oportunidade, como eu falei, de conviver com essa base lá na Alemanha, e até chegar ao profissional também, que não é fácil.

Então, isso me fez crescer como jogador, como pessoa também. Tenho ainda um pouco o jeito alemão, na Bahia falavam muito isso, de ser um pouco mais fechado. Eu acho que também vem de lá, porque lá é um pouco menos a mídia, em geral, no futebol.

É um pouco menos. Tive que aprender isso aqui no Brasil, na minha chegada ao Bahia. Então, é isso.

Cauli, tudo bem? Boa tarde. Bruno Faria, da Rádio CBN. Eu queria tocar num assunto.

Ele lamentou muito a sua saída do Bahia, mas, ao mesmo tempo, você é um jogador com características que é difícil encontrar no mercado da bola. Um meia de criação. E eu queria que você falasse sobre a fala do Rogério sobre a sua saída do Bahia, em que ele esperava que você permanecesse lá, e se ele teve envolvimento realmente na sua vinda para o São Paulo, se você conversou com ele, porque você já falou sobre os jogadores.

Obrigado. Então, a minha saída do Bahia para o São Paulo, eu tenho que agradecer aqui muito à diretoria do São Paulo, à presidência, ao Rafinha, que eu tive um contato ali também, ao Rui, que foram os meus empresários também, que foram ali as pessoas que trabalharam bastante para fazer isso acontecer. Eu tive ali um mês, um mês e meio de muita ansiedade, querendo que acontecesse logo, mas nem sempre é assim tão fácil.

Então, eu queria agradecer muito a eles que fizeram isso acontecer. Hoje eu estou muito feliz de poder estar aqui. E é isso, com o Rogério eu sempre tive uma relação muito boa.

Eu acho que ele sabe muito bem do que se fala quando o São Paulo te liga. Então, hoje eu me sinto muito feliz e orgulhoso de estar aqui e poder vestir essa camisa logo, logo. Oli, boa tarde.

Salazar da TV Gazeta. Na última entrevista coletiva, depois do jogo contra a Ponte Preta, o Crespo, ao ser questionado sobre você, disse a seguinte frase. É um meia que a gente não tem.

Eu queria que você explicasse o que você tem dentro de campo que no seu entendimento e pelo jeito do Crespo falta ainda nesse elenco aqui do São Paulo. Como eu falei, eu acho que o São Paulo ganha com isso. Também a questão do treinador, como ele vê as minhas características.

Mas como eu falei, eu sou um meia ofensivo, que busco ali sempre o entrelinhas, busco sempre dar essa opção para os meus companheiros, dominar sempre orientado, olhando para frente, tentando criar o máximo possível, finalizar. Então, eu acho que é isso que o São Paulo espera do meu futebol e é isso que eu vou continuar fazendo e buscar fazer de melhor forma possível. Pauli, Paulo do Vale, Rádio Bandeirantes.

Ainda dentro do seu posicionamento, quando você chega no Bahia em 23, acho que é a sua melhor temporada, na sua posição de origem e depois com as chegadas do Caio Alexandre, do Everton Ribeiro, do Gio Lucas, o Rogério tenta ainda te manter no time, mas você passa a ser ali um ponta. De alguma forma, é isso que você busca no São Paulo? A retomada da sua posição de origem? Unir o útil ao agradável? O São Paulo precisa de um meia e você quer voltar a ser esse meia? Então, eu me sinto melhor nessa posição, eu acho que o São Paulo estava em busca dessa função também, mas claro, eu estou à disposição do clube, dos treinadores, e com o Rogério não foi diferente, quando ele me precisou em outra posição eu tentei dar o meu melhor possível, mas eu acho que é a posição que eu consigo render mais, e é isso que eu acho que vai ser mais o meu trabalho aqui. Cauli, tudo bem? Eduardo Afonso da ESPN.

Seus números do Bahia são muito bons, porque você tem uma média de participação de gol como assistente ou marcador de um a cada três jogos, e você tem até mais assistências do que gols, então você tem mais gols contra 23. E aqui você vai trabalhar com dois caras que são peritos em empurrar a bola para a rede, o Caleri, que já é o artilheiro da temporada com seis gols, e o Luciano, que é o artilheiro do clube, de todo o elenco, com 105 gols. Como é que você está imaginando tabelar, servir, assistir esses dois jogadores que já foram rivais seus dentro de campo, que agora estarão ao seu lado? Para mim vai ser um grande prazer, jogar com todos esses craques que você citou.

Em geral eu acredito muito nesse grupo, eu acompanhei os últimos jogos, muita qualidade, muita qualidade técnica, eu acho que isso vai combinar muito bem com o meu jogo, e como você falou, eu acho que os jogadores ali, eu falo sempre que o futebol é meio que um idioma também, então os jogadores vão se entender sempre dentro de campo, e é isso, eu vou tentar manter e melhorar esses números, sempre trabalhando para ajudar os companheiros, ficar muito feliz se eu conseguir contribuir gols e assistências aqui. Raulinho, bem-vindo. Isabela Janola do Lance.

É comum, acho muito, por conta dos seus números, das suas temporadas passadas, o seu nome sempre circulava nos noticiários, quando falava de mercado da bola. Eu queria que você falasse o que te interessou no projeto do São Paulo, para você fazer essa escolha para você, você chegar como empréstimo até o final do ano também, se você puder falar um pouquinho quais são as suas metas individuais, pensando primeiro nessa temporada dentro do clube. Como eu falei, o São Paulo é um clube que você não pensa duas vezes, então desde a primeira conversa com meus empresários, eu sempre torci muito que desse certo, eu estava precisando dessa mudança, dessa experiência nova, e como eu falei, acredito muito no grupo, na qualidade do São Paulo, e é uma honra muito grande poder participar desse grupo, com grandes jogadores, com uma grande história, então me sinto muito orgulhoso, e espero poder conquistar as minhas metas, e que eu possa escrever também uma bela história aqui. Caolir, Ulisses Lopresti, queria que você contasse um pouco do primeiro contato com o Rafinha, que está agora atuando nos bastidores do São Paulo, se você já conversou com ele, se já o conhecia, e também os reforços do São Paulo desse ano chegaram e jogaram, o Danielzinho, o Lucas Ramon, como que está sendo esse primeiro contato com a comissão, para a preparação, se eles já disseram que contam com você, para a reta final de Paulistão, como é que está esse contato com os bastidores do São Paulo? A primeira conversa com o Rafinha foi muito positiva, ele é um cara que também tem todo o meu respeito, eu até acho que enfrentei ele também na Alemanha, não sabia disso, a gente conversou sobre isso esses dias, é um cara que tem uma grande história no futebol internacional, então foi um prazer conhecê-lo, e como eu falei, agradeço muito também por ele ter me ajudado bastante, e sobre a outra pergunta, eu acho que vou tentar me adaptar o mais rápido possível, ainda não teve muitas conversas específicas, mas como eu falei, me sinto bem, e vou tentar, como eu falei, ajudar, e espero poder ir para os próximos jogos, o próximo jogo talvez já o mais rápido possível, porque essa é a minha maior vontade. Encerramos então a entrevista coletiva de apresentação do Meia Cauli, obrigado a todos pela presença.

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