Central do Timão
·5 février 2026
Atacante do Corinthians Feminino critica final da Supercopa apenas com uma torcida

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Na tarde do próximo sábado (7), às 16h (de Brasília), o Corinthians enfrenta o Palmeiras, na Arena Barueri, em partida única pela final da Supercopa do Brasil Feminina. O mando de campo foi definido em sorteio feito pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF), no Rio de Janeiro. As Brabas chegam como atuais vencedoras do Brasileirão e o rival, por sua vez, tendo conquistado a Copa do Brasil.
O duelo, vale lembrar, contará apenas com a torcida do time mandante – seguindo determinação do Ministério Público de São Paulo desde 2016, no caso do time da Barra Funda. Em entrevista ao Lance! , no desembarque da delegação após o vice da Copa das Campeãs, a atacante do Corinthians, Ivana Fuso, comentou sobre o fato do clássico contar com apenas torcedores palmeirenses.

Foto: Harriet Lander – FIFA/FIFA via Getty Images)
“(Apesar do vice) estou feliz e tranquila. Agora o foco é sábado. Tem essa questão da torcida única, o que, na minha opinião, é ridículo. Parece que as coisas sempre são contra nós“, iniciou. Em seguida, fez uma avaliação da campanha das Brabas no Mundial de Clubes Feminino. Nas semifinais, triunfo pelo placar de 1 x 0 sobre o Gotham FC, dos Estados Unidos. Na decisão, por outro lado, acabaram sendo superadas pelo Arsenal, da Inglaterra, por 3 x 2 na prorrogação, no Emirates Stadium.
“Estou muito feliz e orgulhosa das meninas. Acho que tudo poderia ter sido diferente se tivéssemos mais tempo de preparação, inclusive física. Com a nossa torcida, se fosse no Brasil, também seria diferente. O Arsenal não aguentaria o calor. Eu mesma, quando cheguei, sofri bastante (risos). Foram muitos detalhes que acabaram favorecendo o Arsenal, mas tentamos mostrar que também estava escrito para nós. Foi decidido em um gol, e isso acontece no futebol.”
“Contra o Arsenal foi um jogaço. Se eu estivesse assistindo, ia tremer os 90 minutos. Tenho muito orgulho de cada uma das meninas, elas entregaram tudo. Claro que todo mundo quer começar jogando, mas eu controlo o que está ao meu alcance. Quando entrei, tentei ajudar, fazer minha parte, usando a experiência e o conhecimento de como as coisas funcionam lá“, continuou.
Por fim, falou sobre seu retorno à Inglaterra após alguns meses. Por lá, atuou pelo Manchester United e Birmingham City, antes de chegar ao Corinthians em agosto de 2025. Além desses clubes, citados, também atuou pelo Basel, da Suiça, Freiburg e Bayer Leverkusen, ambos da Alemanha. Com a camisa das Brabas, são três gols e duas assistências em 19 jogos – 13 vitórias, três empates e três derrotas – 73,68% de aproveitamento. Ela fez parte da conquista do hexa da Libertadores Feminina de 2025.
“Foi muito especial e emocionante voltar. Recebi muitas mensagens das meninas que jogam lá, desejando boa sorte. Antes do jogo contra o Gotham, muita gente falava que perderíamos de 3 a 0, foi bem barulhento isso (risos). Minhas amigas diziam: “vocês vão provar o contrário”. E provamos. Nunca se pode duvidar da gente. O Corinthians é um clube muito grande. Nunca duvide, nunca desrespeite, porque a gente responde dentro de campo. Foi isso que aconteceu contra o Gotham“, finalizou.
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