Jogada10
·19 février 2026
Atuações do Botafogo contra o Potosí: altitude 1 x 0; goleada é obrigação no Rio

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·19 février 2026

O Botafogo sofreu com a altitude de 4.090 metros. O ar rarefeito sobrepujou a técnica na vitória do Nacional Potosí sobre o Glorioso por 1 a 0, nesta quarta-feira (18), pelo jogo de ida da segunda fase desta edição da Copa Libertadores. Mas a tendência é o Mais Tradicional, ao nível do mar, passar pelos bolivianos sem dificuldade, pois a equipe rival é horrorosa. Confira, então, na sequência, como a Coluna do Léo Pereira avaliou o desempenho dos alvinegros.
LINCK – Defendeu um tirambaço de fora da área. No restante da partida, ficou vendido, quase sem esboçar reação. Errou muitas reposições e tiros de meta – NOTA: 5,0
VITINHO – Teve fôlego de sobra para subir ao ataque, oferecer opção e fechar os espaços na defesa, mesmo no corpo a corpo. Jogou com muita personalidade no alto do morro e esforço nos momentos certos. Rolou para Montoro empatar, mas o Monstrinho desperdiçou – NOTA: 7,5
PONTE – Batido facilmente. Abusou do direito de entregar a bola aos rivais, às vezes, com uma pedrada. Um jogador que não consegue mostrar nenhuma evolução no trio de zaga de Anselmi. Saiu, no fim, para a entrada de Ythallo – NOTA: 3,5
BASTOS – Sem tempo de bola, protagonizou duas pataquadas. A sorte é que o ataque do Nacional é ruim. Na etapa final, contudo, demonstrou uma tímida melhora para não deixar a cozinha passando mais sufoco – NOTA: 5,0
BARBOZA – Testado na bola aérea, respondeu posicionando-se para rechaçar a bateria de mísseis do adversário. Tentou carregar a bola para ser um líbero. Faltou, porém, precisão nos passes. Não pode sair driblando todo mundo a bel-prazer – NOTA: 5,5
TELLES – Outro que quase se complica atrás. Ao contrário de Vitinho, não subiu ao ataque e ficou mais preso à retaguarda. Perigoso, porém, nas bolas paradas, durante a segunda etapa – NOTA: 5,5
NEWTON – Quase complicou a defesa do Botafogo com uma furada no início. Depois, controlou o nervosismo, jogou com mais segurança e quase acerta uma pancada do meio da rua. Apareceu como elemento surpresa no ataque. Correu e combateu – NOTA: 6,0
WALLACE DAVI – Apareceu pouco, é verdade. Mas soube o que fazer quando a bola caiu em seus pés. Saiu, no segundo tempo, para a entrada de Villalba – NOTA: 6,0
BARRERA – Ainda não se encontrou como volante, como ponta ou como atacante. Não sabia se marcava ou armava o time alvinegro. Saiu, na etapa final, para a entrada de Marquinhos – NOTA: 4,5
MONTORO – Que jogador diferenciado! O Monstrinho tomou bolas na frente, iniciou jogadas e se livrou da marcação. Mas, na hora de consagrar, parou na trave. Teve tudo para se consagrar. Depois, ficou extremamente cansado. Ainda assim, uma rara inteligência no relvado. Saiu, no fim, para a entrada de Toledo – NOTA: 6,5
MARTINS – Péssimo. Só tem irritado! Lançado o tempo todo em bolas esticadas. Quando saiu na cara do goleiro adversário, tirou muito e atirou para fora a grande chance do Mais Tradicional nos primeiros 45 minutos do espetáculo. Saiu, no segundo tempo, para a entrada de Kadir – NOTA: ZERO
KADIR – Jogador de características diferentes de Martins. Brigou e tentou garantir mais presença de área ao Botafogo. No entanto, deu alguns piques errados – NOTA: 5,0
VILLALBA – A vontade não compensou as suas ações. Falhou nas transições ofensivas e defensivas – NOTA: 4,0
MARQUINHOS – Completamente sem ritmo para proteger a defesa. Deixou os jogadores do Potosí muito à vontade – NOTA: 4,0
TOLEDO – Entrou no fim. Fica, portanto, SEM NOTA
YTHALLO – Entrou no fim. Fica, portanto, SEM NOTA
TÉCNICO: MARTÍN ANSELMI – Montou uma estratégia inteligente para conter o ímpeto do time da casa, na altitude de Potosí. O Botafogo conseguiu criar chances e arriscar chutes perigosos. O problema, diante das lesões, são as opções que aparecem. Martins, por exemplo, não dá. A equipe também peca toda hora na tomada de decisões. Perder seis vezes em série também pesa sobre o trabalho – NOTA: 5,5









































