BASTIDORES: Massis ventila para o futebol nomes de Rafinha e de ex-diretor de Leco ‘derrubado’ por Cueva | OneFootball

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·23 janvier 2026

BASTIDORES: Massis ventila para o futebol nomes de Rafinha e de ex-diretor de Leco ‘derrubado’ por Cueva

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Agora oficializado de fato como presidente do São Paulo após a renúncia de Julio Casares, Harry Massis Júnior vem discutindo nomes para ocupar os cargos que já estão livres ou que ficarão nos próximos dias, com a saída de antigos aliados do ex-mandatário.

Uma cara nova já está confirmado nos bastidores. Toninho Paiva, nome que integra o grupo político de Massis há tempos, será o novo diretor social substituindo Antônio Donizeti, o Dedé, que confirmou sua saída horas depois da carta de renúncia de Casares ter sido publicada nas redes sociais.


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Paiva deverá ser oficializado no decorrer desta tarde, quando Massis receberá jornalistas no CT da Barra Funda para contar seus planos para a gestão. O AVANTE MEU TRICOLOR não pôde se credenciar por conta das cláusulas do São Paulo para veículos da mídia segmentada independente.

Mas o que interessa, de fato, ao torcedor é o futebol, em especial o profissional, que está sobre as rédeas sozinhas do executivo Rui Costa.

Conforme a reportagem apurou, Massis enfatizou a oposicionistas de Casares, com quem ele vem mantendo diálogo aberto nos últimos dias, algo impensável com o antecessor, que o profissional não corre risco de demissão.

No pouco que teve de aproximação com Costa nos tempos em que era só o vice, o agora mandatário se afeiçoou a ele. O executivo é descrito como alguém educado e capacitado. E fora isso, conforme relatado ao AMT por duas fontes, Massis sente que Casares o deixou exposto quando o deixou isolado na Barra Funda para cuidar do departamento mais importante do clube.

Os novos nomes que chegarem irão compor com Costa, não o substituir.

E um dos nomes cogitados por Massis é o do agora aposentado Rafinha. Ex-lateral-direito e capitão do Tricolor, o jogador ainda hoje mantém liderança sobre o elenco e aconselha e fala com os jogadores. O ex-camisa 13 nunca deixou os grupos de mensagem pelo celular dos jogadores e até de funcionários do São Paulo.

Rafinha viria para trabalhar no dia a dia, em uma espécie de papel de coordenador, função exercida por Muricy Ramalho, afastado das funções desde dezembro por problemas de saúde. A expectativa, pelo menos conforme confidenciou a pessoas próximas, é que o ex-treinador deixe o clube tão logo se recupere.

O recado dado por Massis a familiares de Mujica é que ninguém irá demiti-lo no São Paulo e que ele tem todo o tempo necessário para a reabilitação. O que leva ao entendimento que a chegada de Rafinha não depende da saída de Muricy, como ventilado.

Nenhuma proposta ao ex-jogador, contudo, foi feita até agora.

Não é uma ideia nova. No fim do primeiro semestre de 2025, quando o clube vivia a crise dos maus resultados que acabariam culminando na demissão de Luis Zubeldía, o então diretor de futebol Carlos Belmonte convidou oficialmente Rafinha para trabalhar no cotidiano do CT. O ex-lateral, contudo, apesar do imenso interesse, não pôde aceitar porque tinha contrato vigente com uma TV para comentar o Mundial de Clubes.

Para o lugar de Márcio Carlomagno, que também teve a demissão anunciada após a renúncia de Casares, Massis tem em mente convidar Luiz Cunha. A informação é do amigo Ramoni Artico, do ‘São Paulo Digital‘.

Não é um nome desconhecido. O empresário de sucesso que atualmente mora no Rio de Janeiro (RJ) já ocupou cargos diretivos no São Paulo. Com Carlos Miguel Aidar, foi diretor da base e de departamentos do clube. Com Carlos Augusto Barros e Silva, o Leco, chegou como ao futebol profissional, onde já havia sido adjunto nas gestões Marcelo Portugal Gouvêa e Juvenal Juvêncio.

Apesar de bastante elogiado pelo então presidente, Cunha durou pouco mais de cinco meses no cargo. Entrou em choque com o então executivo Gustavo Sampaio, acusando-o se reportar diretamente a Leco. A gota d’água foi a contratação do peruano Cueva, feita por Sampaio sem sua anuência e bancada pelo mandatário.

Fora da política são-paulina desde então, Cunha é um nome visto como capaz de agradar ‘gregos e troianos’ e conseguir ao menos apaziguar e blindar o futebol da política e do processo eleitoral que se avizinha. Até por ter participado das mais variadas gestões e grupos políticos do clube.

O próprio Massis é exemplo disso. Em 2016, o atual presidente era opositor de Leco e seu grupo político na ocasião divulgou um manifesto apoiando Cunha e sendo contra a contratação de Cueva.

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Luiz Cunha no período em que foi diretor de futebol, em 2016 (Divulgação)

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